

Quem nunca julgou um livro pela capa?
Você já criou capa de fã para um livro? {Como na ilustração acima}
Você já julgou um livro pela capa?
…
Se respondeu não à ultima pergunta, mesmo depois de ter pensado muito, bem, eu não acho que isso vá tornar você uma pessoa melhor. Não mesmo. É a minha opinião. Sério, a capa de um livro deve vender a ideia do que contém no livro. Assim como a embalagem de um produto deve fazer jus à qualidade dele… e vice-versa, claro. Sim, livros com capas lindas podem ter histórias horríveis, assim como livros com capas pavorosas podem ter palavras belíssimas em seu interior. Porém, analise a sua estante. Dos livros que você comprou, ou ganhou de presente, enfim, aqueles que você realmente queria… quantos têm capas feias?
Seja sincero/a: clique na capa abaixo e seja levado a um artigo que mostra doze capas horríveis de livros. Você realmente se sente tentado/a a comprar algum deles? rs

Eu tenho alguns livros aqui com capas lindas – e que são ótimos -, uns com capas mais ou menos que também são ótimos, mas já li livros com capas lindas e histórias horríveis, e por isso sempre me pergunto: será que a história vai acompanhar a beleza da capa? E fico feliz quando isso acontece. Porém, existem livros cujas capas são… feias. Cujo uso das fontes é terrível. Cuja “arte” é tão medíocre que você tem certeza de que se abrisse o paint ou qualquer outro programa tosco de edição de imagens, conseguiria fazer algo menos ruim.
Clique na imagem para ver a capa maior.
Essa capa + a sinopse fizeram com que esse livro fossem um “want” imediato!
Esse hardcover é realmente lindo <3
Algumas capas que me chamaram a atenção essa semana:

R y Julie {Warm Bodies em espanhol} - Eu ainda estou na dúvida se leria ou não esse livro antes do filme. Mas essa capa (quase) me ganhou. Por que eu ainda não o compro? Bem, precisa mesmo da frase da S. Meyer em todas as edições desse livro? Ah, sim, frases toscas em livros com capas lindas são deal-breaker pra mim. Porém, devo admitir que a arte da capa está bem legal.
Nightshade on Elm Street - Essa capa também é bem bonitinha, e parece que a coleção desses livros segue sempre essa linha – além de o título ser curioso, amo trocadilhos nos títulos dos livros, nesse caso, com o nome do filme do Krueger. Awesome! xD
Meu amor, meu bem, meu querido - Andei vendo várias capas com pés nelas, e essa é uma daquelas que realmente me fala sobre o livro um pouco. Ou não, vamos ver quando eu ler, mas passa aquela sensação de verão (está escrito na frase da capa que a história do livro se passa em um verão) e a mulher da capa está relaxada, dentro de um carro, literalmente com os pés para cima. Simples e bonita.
The Goddaughter - Eu me apaixonei por essa capa. Parece ter algo a ver com um crime. Também tem um trocadilho com nome de filme no título, a fonte é ok, mas a foto da capa é awesome. Eu quero esse livro xD 
She’s the boss - A escolha de fontes não é nenhuma maravilha, mas é mais um livro com pés na capa que é bonitinho. Também não sei do que se trata, rs, mas gostei.
Miss fortune cookie - Eu não vejo a hora de chegar o meu hardcover desse livro. A capa é perfeitinha. Simples, delicada e bonita. E o trocadilho de “Miss fortune” com “misfortune” tem tudo a ver com a sinopse. Bem, depois direi aqui se a história é tão boa quanto a capa.
Ah, antes de falar mais algumas coisas sobre capas (aliás, vocês repararam que, nos lançamentos internacionais principalmente, livros middle grade geralmente têm ilustração, os urban fantasy/paranormal têm geralmente uma mulher com roupa grudada e sexy, etc., já notaram esse padrão?), eu vou falar sobre o quão é difícil às vezes escrever sobre coisas que lemos/vemos. E nem é bloqueio de resenhista… é sobre aquela dificuldade de se escrever sobre algo porque você acha que é uma experiência única e qualquer palavra poderá estragá-la… ou porque se você falar demais, corre o risco de entregar tudo… ou porque você só consegue dizer coisas como “é incrível”, “leia”, “veja”, etc.
Por exemplo, você tem amigos/as que nunca viram Star Wars. Pelo menos comigo, já aconteceu isso várias vezes, nessa semana aconteceu de novo e não fico “resenhando” Star Wars e nem falando demais sobre os filmes, apenas digo às minhas amigas que elas são hereges, rs, e que devem ver pelo menos a trilogia original xD
Além disso, há livros que já foram totalmente “spoilados” pelo cinema e pela TV, não? Quem que conhece um pouco de cultura pop e não sabe de que se trata (e às vezes até detalhes…) Drácula? O iluminado? Às vezes é muito difícil falar sobre esses livros. Já resenhei Drácula aqui, e a resenha contém spoilers (com avisos, mas contém), infelizmente, porque não dava para falar muito sem falar, bem, nada. Recentemente eu li Avengers Origins, e apenas digo que quem curte deveria ler, porque é muito legal a versão dessa coletânea da origem dos Avengers – especialmente da Scarlet Witch e do Quicksilver, com direito a participação do Magneto e tudo, além de provavelmente indicar os caminhos que serão trilhados no cinema pela Marvel… E também acho que as pessoas deveriam ver o filme “Meu vizinho Totoro” simplesmente porque é lindo e fofo, e também porque tem um quê de Alice no País das Maravilhas, com um ônibusgato que parece o Chesire Cat e tudo o mais. Lindo. E eu tentei escrever sobre o filme Brave, mas, embora eu tenha gostado da premissa, achei que a história foi muito mais drama do que aventura, como parecia ser a proposta do filme pelos trailers.

Às vezes é muito difícil escrever sobre qualquer coisa, e acho que isso explica em grande parte os vlogs e os podcasts. Eu não tenho paciência com podcasts, ainda estou criando coragem para ler, digo, ouvir o audiobook que me propus ler/ouvir e ainda nada… Mas eu entendo que às vezes é muito mais fácil falar sobre algo do que escrever. Uma colega blogueira dos EUA me disse essa semana que pensava em gifs. Putz, hoje, pensando em escrever sobre o final de Fringe (e os buracos da série =/), eu mexi a cabeça pensando em um gif. É, a cada dia me convenço mais que eles ajudam a tornar mais “intenso” um texto escrito ;p
Eu li também um ebook, “Rose Red and Snow White”, uma espécie de retelling moderno da história original, mas, ao terminá-la (uma história muito fofa, até recomendo, mas…) – o mas é que eu pretendo ler a história original dos Irmãos Grimm de “Rose Red and Snow White”, pois todo retelling fica muito mais divertido se você conseguir sacar as similaridades e as diferenças. Ah, confessando… também pretendo ler Alice in wonderland e Through the looking glass completos, pois li quando adolescente versões não unabridged (aquelas adaptadas…) e isso me deixou com certo trauma. Hoje em dia eu abomino essas versões “adaptadas” de clássicos, e acho que talvez graphic novels possam ser aceitáveis, se forem bem-feitas, mas, ainda assim, é melhor ler a história completa. E, mesmo não tendo lido a história completa, eu pelo menos pude sacar algumas influências desse clássico em “Meu vizinho Totoro” e ainda não me conformo com comentários que vi de pessoas tentando negar tal influência! Ou pior ainda… achando que “Alice no país das maravilhas” foi criado pela Disney! O____O

O que me leva ao seguinte: a internet facilita tanto a vida das pessoas que é meio inaceitável ler/ouvir esse tipo de coisa. Por exemplo, você não sabe o que é um louboutin e alguém mencionou isso a você junto ao nome da Cinderela? Experimente pesquisar no Google com referência cruzada…

Voltando momentaneamente às capas: é, sapatos. Eu falei de sapatos. E nem os amo. Adoro All Star, não uso sapatos de salto. Mas os louboutins são lindos, ué, e os sapatos de salto alto das duas capas que mencionei deram um charme às capas… E, falando em sapatos, bem, essa semana teve o piloto de The Carrie Diaries, cujo comecinho achei meio blé, mas fui paciente e vi o piloto até o fim e ficou bom até xD Totalmente anos 80 e tal. “Os diários de Carrie” e “O verão e a cidade” foram dois livros dessa prequel de Sex and the city que li no ano passado e amei. E amo a série original. E tenho o livro aqui, esperando para ser lido. Porque nem sempre dá pra ler os livros antes de ver o filme ou a série. E não tem problema nenhum lê-los depois se curtir a adaptação. Ou não. Se não estiver a fim, afinal, eu ainda tenho trauma por ter lido “O psicopata americano”, que odiei, e amo o filme, mas, enfim. Sapatos. Bolsas. Cores berrantes… o que torna uma capa atraente para vocês? E o que vocês quando acham difícil demais escrever sobre alguma coisa? Não escrevem, fazem indicações aleatórias como fiz aqui? Podcast? Video? Manifestem-se XD
























































