Crítica do filme: Os Vingadores (The Avengers) em IMAX 3D – Sem Spoilers

Primeiro vou fazer um breve relato da “saga” até eu finalmente conseguir ver esse filme em IMAX 3D… e ela começa com “Os Deuses Asgardianos me Odeiam, Eu Sou um Urso Polar e Vou Hibernar…”

Era assim que eu me sentia a cada dia em que tentava, em vão, pelo esgotamento dos ingressos, pela bagunça nas bilheterias, porque online só com cartão de crédito e se você imprimir, enfim…, com uma única sala passando em IMAX 3D um filme que, em 19 dias de exibição arrecadou mais de 1 Bilhão de Dólares, só me pergunto por que tão pouco investimento em salas IMAX 3D no Brasil… mas… aí eu também teria que reclamar da imensidão sufocante de opções dubladas e… prefiro ir direto ao ponto…

Eis que, em um belo dia, eu decidi: eu só vou. Fui direto pro shopping e não voltei pra casa até ter visto o filme. Claro que IMAX 3D seria a primeira opção, e eu não desistiria antes de tentar, mas eu não voltaria para casa nem que visse em 2D, menos dublado, claro.

Fui vestindo minhas roupas como me preparando para uma batalha, rs. Coloquei a minha camiseta que faria uma homenagem indireta ao Tony Stark, já que eu não tinha aquelas com as frases do filme como “No offense, but, I don’t play well with others”, e usei a da Linux Mall, com os dizeres “I’m not anti-social, I’m just not user-friendly” (que eu “roubei” do Alonso, lol, mas ele rouba as minhas e não vamos lavar roupa suja em público, rs).

Pra fechar, coloquei o meu Mjölnir de estanho, que mandei fazer faz um bom tempo e que sobrevive até hoje, pois, valorosa como Thor, eu ia ver esse filme! E consegui!

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Rastreando Distopias #2: Manual de Sobrevivência num mundo caótico – Autora convidada: Megan Crewe

No último dia 7 de março, pedi diretamente à autora Megan Crewe para traduzir um post muito legal dela aqui para nossa Dominação Distópica e ela topou :-)

Aqui está o link para o post original (Traduzindo: Um outro mundo, não tão parecido com o nosso) e, para quem ainda não sabe, ela é a autora do livro distópico “The way we fall”.

Depois do artigo dela, farei uns comentários também (o que chamei aqui de “minha intervenção”) ;-)

Agora, sem mais delongas, vamos às dicas da Megan de…

* Como sobreviver a uma epidemia *

Com a palavra, Megan Crewe (traduzida por mim, Ana Catnip ;P)

“Agora que assustei vocês com todas aquelas doenças sinistras que existem na vida real (1), e a que criei no romance The Way We Fall, que tal algumas dicas do que fazer caso se depare com uma deflagração epidêmica em potencial?

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Resenha do livro: Destino – Ally Condie

Vou ser bem direta na resenha desse livro, começando já com a história, sua ligação com nossa realidade e parte de suas mensagens.

Na Sociedade (como se chama a “controladora-mor” na distopia da vez), eles escolhem seus pares. Eles escolhem outras coisas por você também, mas essa resenha vai ser feita pelo ponto de vista da Dominação Distópica, então, vamos lá.

É mesmo tão absurdo e irreal? Para quem não sabe, não se lembra, não faz muito tempo que se começou a “casar por amor” e as pessoas começaram a ter direitos de escolherem seus pares, embora algumas sociedades, alguns grupos religiosos e algumas famílias ainda façam as escolhas pelos filhos. Jane Austen escreveu diversos livros sobre o assunto e as críticas estão lá, mesmo que subentendidas.

Mas é só isso a base de Destino?
A resposta é curta e simples: Não!

Foi bom eu ter lido esse livro praticamente depois de um ano do lançamento, pois minha visão não foi prejudicada por nenhuma resenha negativa que li na época e não foi exaltada por nenhuma positiva. Li o livro, despretensiosamente e… bem, vou falar mais sobre ele depois a quebra, mas já posso dizer que o romance (a “base” ou o “chamariz” dos livros distópicos da chamada “terceira onda” ― falarei mais sobre isso especificamente em um futuro próximo ― não é nem de longe o foco do livro. A escrita é belíssima, poética, e sua leitura foi bem rápida para mim, mesmo em um mês corrido, o que é um excelente sinal.

“Mal posso esperar. Por mais rápido que o trem aéreo avance, ainda não é rápido o bastante. Ele silencia a noite, e seu som é um pano de fundo para os chuviscos das vozes de nossos pais e os relâmpagos das batidas do meu coração.”

Embora Allie faça referências (que prefiro chamar de “winkies” ou “Easter Eggs”) a diversas obras distópicas que vieram antes, ela soube criar um mundo seu, com suas peculiaridades, que nos lembra, pelo menos a quem viveu e/ou conviveu com pessoas que viveram na Ditadura ― ou pelo menos leu livros de história a respeito disso ―, onde havia toque de recolher, entre outros horrores que permeiam a beleza poética da prosa de Allie, ou seja, a história.

Voltemos à nossa realidade: quantas mulheres/meninas/garotas são levadas a sonharem com/desejarem seu Par/casamento desde crianças? Brincando de casinha? Com bonecas-bebês para cuidarem, etc.? É mesmo tão irreal? E assim começa o livro, com a preparação de Cassia para o Banquete dos Pares.

Mas a distopia avança e um dos pontos-chaves que permeia todo o livro é justamente algo usado em sociologia, psicologia, matemática, economia, sim, na vida real, na Teoria dos Jogos: O Dilema do Prisioneiro.

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Coluna: 3 Livros legais que encontramos para vocês #3

Vocês se lembram da nossa coluna de indicação de 3 livros? Vamos mudá-la um pouquinho, mas elas continuarão aqui. Dessa vez incluímos notas também, mas sem as imagens, por ser uma coluna e mais “rápida” e terá ao menos uma citação e uma curiosidade no final de cada indicação.

Os 3 livros indicados nessa coluna dessa vez são da mesma editora, no caso, a Galera Record.

O primeiro tem a ver com a Dominação Distópica, o segundo, com uma série de TV (o.k., o primeiro também, hehe) e o terceiro… bem, é da Meg. Porque eu simplesmente não poderia deixar esse livro de fora.

Vamos lá?

The Walking Dead – A Ascensão do Governador

Como começar a falar sobre The Walking Dead? Bem, acho que foi no comecinho de 2010 que devorei os quatro primeiro arcos das HQs. Drama com zumbis? Fiquei meio cética a princípio, mas cedi, li os primeiro 4 arcos e… bem, como eu gostaria que fosse a Galera Record que detivesse os direitos de lançamento dos quadrinhos também, pois a HQM, além de atrasar os lançamentos, não reedita os primeiros arcos (eu tentei achar para amigos, e nem em sebo encontrei… e imagino que, se achasse, estaria com um preço altíssimo, pois está “em falta”).

Ou seja, eu li até o arco 4 dos quadrinhos, que me deu uma sensação de encerramento ali, mas não vou dizer o motivo, afinal, é spoiler, e todo mundo aqui já deve estar cansado de saber que odeio ler e contar spoilers, né? ;)

E é aí que entra The Walking Dead – A Ascensão do Governador. A história se passa durante os acontecimentos entre as primeiras edições até o quinto arco, onde é apresentado o Governador em seu máximo “potencial”, digamos assim.

Mas não se descabelem, para quem acompanha a série de TV (que já digo que é bem diferente dos quadrinhos, que são muuuuito mais impactantes, inclusive fizeram uma mudança meio moralista demais na série de TV… novamente, não posso falar, mas mencionar, eu posso ;p), esse livro também é indicado.

Na verdade, ele é indicado para pessoas com estômago muito forte, pois ele tem, além de zumbis, mortes, estupro… Temos os tipos clássicos: o religioso, o guerreiro, o indefeso, aqueles que têm, mesmo que a princípio, dificuldades de matar… e muito mais coisas feias que os seres que se dizem humanos fazem em situações críticas. Há algumas belas, como a que citarei abaixo.

Uma coisa que curti muito foi isso: por ficar constantemente para trás na hora das brigas com os zumbis, um dos personagens acaba tendo de cuidar da sobrinha, e criam o código “longe”, a palavra que indica à menina quando deve fechar os olhos e tapar os ouvidos, evitando assim ter que ver e ouvir as carnificinas. Isso acaba por fazer uma referência de um arco da história dos quadrinhos lá pela edição 10. Esse tipo de cena revela o lado que puxa para o Drama e que é uma das características mais marcantes dos quadrinhos da franquia, assim como o contraste com a maldade humana revestida em pele de cordeiro. Infelizmente não podemos entrar em mais detalhes, para não estragar totalmente a história para vocês.

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Rastreando Distopias #1: Subgênero – Distopia Off-World

Parece fácil, mas não é, classificar distopias, especialmente seus subgêneros. A distopia off-world, a princípio, abrange distopias que se passam no espaço, mas podem também cobrir as que envolvem Terra e espaço.

Nessas histórias, a exploração do universo feita pelos Humanos não se tornou a aventura feliz que todo mundo esperava (a chamada utopia).

Colonização de outros planetas é sinônimo de alta industrialização e guerras interestelares, sejam entre a Terra e os outros planetas, e/ou civilizações distantes entre si, o que também pode (e geralmente leva a assassinatos em massa e é “desumano” (isso sempre me faz lembrar do Spock, meio-humano, meio-vulcano, dessa “mania” nossa de chamar tudo que é “belo” em termos de comportamento de “humano”…) e, para quem viu “O Quinto Elemento”, não quero e não vou contar spoilers aqui, mas haverá de se lembrar de uma coisa bem feia dos humanos… e não só isso. O comportamento humano é feio, muito feio, e não só na ficção. Mas voltemos à ficção.

Lembrei-me do projeto Genesis apresentado no filme A Ira de Khan da franquia Star Trek.

Geralmente esses assassinatos em massa, muitas vezes, massacres de civilizações inteiras, ocorrem com armas altamente mecanizadas. As distopias off-world têm um pouco (para não dizer muito) de relação direta, sendo primas, podemos dizer assim, das distopias cyberpunk, ou pelo menos tendem a “pegar emprestado” algumas de suas características. Mas também podem tomar emprestado características de outros subgêneros, como das distopias-crime, por exemplo, sendo um subgênero bem heterogêneo, mas não somos acadêmicos aqui. Aqui, vamos nos ater, até mesmo por ser este um artigo de apresentação, introdutório, aos pontos básicos.

Vamos lá?

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Dominação Distópica: Leve pra casa a coleção Battle Royale completa! (Concluído)

Como Capitol é legal, eles vão sortear para vocês a coleção completa de Battle Royale. Isso mesmo: completa. Para um tributo. Um ÚNICO tributo. E o Capitol é legal? Que nada! Legal é nosso patrocinador, a Editora Conrad. Eles, do Capitol, não são legais e não vão facilitar a vida de vocês. Não mesmo!

Este sorteio estará espalhado pelos outros 11 Distritos + o Capitol e aqui, no Distrito 5, é claro. Vocês podem participar em qualquer um dos Distritos, no Capitol ou aqui. Mas… as regras são duras. Como a vida. Sim, eles foram cruéis nesse:

Kit Battle Royale – Completo
Este kit contém os 15 volumes de Battle Royale

A história:
Uma ilha deserta, um grupo de adolescentes, um programa do governo japonês, um único objetivo: matar uns aos outros até que sobreviva apenas um dos adolescentes.

Todos os liceus japoneses participam desse mortal e secreto sorteio promovido pelo governo. Cada garoto recebe um artefato aleatório que pode ajudá-lo na carnificina: uma pistola, uma foice, um colete à prova de balas, um radar ou mesmo uma tampa de panela. Não há chance de fuga, e se depois de determinado tempo houver mais de um sobrevivente, todos são mortos.

As regras são simples: apenas um pode sobreviver; todos os estudantes têm uma ração de comida, uma arma e um mapa da ilha; todos os estudantes usarão um colar explosivo que irá monitorá-los pela ilha; todos os estudantes são livres para se movimentarem pela ilha, exceto nas “zonas de risco”, que podem mudar de lugar regularmente; se existir mais de um sobrevivente até o fim da partida, todos os colares explosivos serão acionados e explodirão.

Os conflitos em Battle Royale não se resumem às batalhas e assassinatos, mas também a questões afetivas e éticas – namorado contra namorada, amigo de infância contra amigo de infância, e a pergunta mais necessária: quão longe você iria para garantir a própria vida?

Tanto a versão em mangá como a versão cinematográfica de Battle Royale foram extremamente polêmicas no Japão por sua violência explícita. Mas BR é mais que isso: uma história sobre dúvidas e certezas, onde as escolhas estão além do bem ou do mal.

“Extraordinário e ultrajante”
The Guardian

“Definitivamente o mangá mais extremo e controverso”
BBC

Fonte

… Se eles se matam entre si, por que vocês não podem se matar realizar umas tarefas simplesinhas impossíveis bem difíceis complicadas várias etapas para fazerem por merecer a coleção completa, não é?

Mas vale lembrar: por se tratar de uma história com teor adulto, apenas maiores de 18 anos podem participar. O tributo vencedor terá de enviar cópia do RG como prova. Os 12 Distritos da Dominação Distópica não podem participar deste sorteio.

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Teaser final da Dominação Distópica e sorteio de itens recolhidos pelo pessoal da Fumaça (do Universo de Feios, de Scott Westerfeld)

Você tem o necessário para sobreviver à Dominação Distópica?

Como dissemos nesse post aqui, somos o blog Distrito 5 na Dominação Distópica.Vocês terão mais informações do plano completo, quando o primeiro post com todas as regras forem ao ar no blog Capitol.

Portanto, vamos a mais uma de nossas partes inaugurais para celebrar esse evento:

Não é só em Panem que as coisas estão feias. Lá na Nova Perfeição, o pessoal da Fumaça vive sendo perseguido pelas Circunstâncias Especiais (é impressão minha ou eles são meio que nem o nosso “querido”, Capitol?

Pois bem, eles pegaram suas pranchas, resgataram e nos trouxeram o que restou do passado deles. Acho que caíram algumas coisas no caminho, mas, pelo que contei, eu, Ana Catnip, temos: 200 marcadores de livros! Serão sorteados 4 kits para 4 sortudos rebeldes… 5 kits com brindes de um livro que saiu sobre o Paul McCartney (para quem vive em alguma dessas distopias e ainda não sabe, ele primeiro ficou famoso com uma banda chamada Beatles, risos. Achamos um arquivo secreto sobre ele aqui… achou pouco? Eles conseguiram resgatar também 10 folhetos de amostras de livros (sim, em papel!!!!! que raro, não?) e um catálogo de uma editora que, curiosamente, lançava, antes das distopias dominarem o mundo, livros distópicos – a Aleph! E uma coisa fofa: uma lanterninha de leitura para vocês lerem escondidos essas coisas e não serem pegos pelas Circunstâncias Especiais e um bloquinho do livro Cidade de Vidro para anotar suas idéias revolucionárias!

Vocês podem se inscrever como tributos participantes, mas além disso, haverá muitas tarefas que vocês poderão fazer para disputar outros prêmios e que serão revelados em breve.

Já conhecem o Rafflecopter? Ele será nossa arena para as comemorações e para os jogos sorteios. Os tributos poderão descansar até os jogos propriamente ditos e começarem a aproveitar.

Vamos participar? (vejam mais detalhes e fotos dos itens que serão sorteados):

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Outro teaser da Dominação Distópica! Sorteio de 5 bottons da Editora Aleph (Concluído)

Você tem o necessário para sobreviver à Dominação Distópica?

Como dissemos nesse post aqui, somos o blog distrito 5 na Dominação Distópica. Vocês terão mais informações do plano completo, quando o primeiro post com todas as regras forem ao ar no blog Capitol.

Portanto, vamos a mais uma de nossas partes inaugurais para celebrar esse evento:

A Editora Aleph tem vários livros distópicos clássicos legais – vocês pediram, nos comentários, algo dos clássicos. Enquanto o Distrito 7 está sorteando um exemplar de Fahrenheit 451 e marcadores de Maze Runner, conseguimos um kit exclusivíssimo para vocês de 5 bottons de clássicos distópicos!

Os 5 bottons irão para um único ganhador TRIBUTO!

Vocês podem se inscrever como tributos participantes, e ainda haverá pela frente muito que vocês poderão fazer para disputar outros prêmios e que serão revelados em breve.

Já conhecem o Rafflecopter? Ele será nossa arena para as comemorações e para os jogos sorteios. Os tributos poderão descansar até os jogos propriamente ditos e começarem a aproveitar.

Vamos participar?

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Teaser da Dominação Distópica e Sorteio do DVD do filme Melancolia de Lars Von Trier, da Califórnia Filmes (Concluído)

Desde o dia 17 de janeiro a Ana Death Duarte, aqui do iCultGen teve uma grande idéia e convocou alguns blogs distritos para montar essa grande ação, ou seria uma revolução? Os centros de inteligência de cada blog distrito estão reunindo algumas informações e em breve teremos mais detalhes. Um deles será o Capitol e ele, incluindo os demais 12 blogs distritos trarão um monte de jogos sorteios para seus participantes. Você tem o necessário para sobreviver à Dominação Distópica?

Para triunfar e conseguir muitos adeptos, teremos regras bem simples e que tornarão sua participação seu alistamento bem divertida desafiador.

Seremos o blog distrito 5. E como esse distrito é o responsável por manter a energia do todo, vamos dar o início aos Jogos Vorazes Dominação Distópica.

Mais informações, apenas quando o primeiro post com todas as regras forem ao ar no blog Capitol.

Portanto, vamos à nossa parte inaugural para celebrar esse evento:

A Califórnia Filmes concedeu uma arma secreta um DVD que será o prêmio dado ao mais corajoso vencedor sortudo, um dos sobreviventes participantes dos Jogos Vorazes da Dominação Distópica.

Vocês podem se inscrever como tributos participantes, mas além dele, há muitas tarefas que vocês poderão fazer para disputar outros prêmios e que serão revelados em breve.

Já conhecem o Rafflecopter? Ele será nossa arena para as comemorações e para os jogos sorteios. Os tributos poderão descansar até os jogos propriamente ditos e começarem a aproveitar essa cortesia da Califórnia Filmes.

Vamos participar?

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