Resenha do livro: Sabor de Sangue e Chocolate – Helena Gomes

Bem, vou começar essa resenha dizendo que esse foi um dos melhores livros que li esse ano, o que vocês podem estranhar, já que estamos apenas no começo do ano… mas já li MUITOS livros bons nesse ano, apenas um mais ou menos.

Posso dizer também que foi o melhor livro que li da Helena Gomes e, melhor ainda, esse é um livro que ela escreveu sozinha, sem ser co-autora. Ou seja, o mérito é todinho dela. Quando comecei a ler Sabor de sangue e chocolate, achei que fosse gostar dele, sim gostar, mas não amar… E o livro já começou me fascinando, ainda mais que ela usou a música “Under Pressure” (Queen + David Bowie) para situar Alex, um dos personagens mais legais da literatura (não só YA, mas da literatura em si).

E foi muitíssimo legal saber que ela conecta essa ligação de “Under Pressure” com a história de Alex e não é apenas uma música aleatória. :-)

Sabor de sangue e chocolate é sobre sangue, chocolate, magia, vampiros, seres alheios à criação ― na verdade, seres que existiam em religiões anteriores à imposição da cristandade e muitos que foram demonizados depois disso.

Há um serial killer à solta, meninas viciadas em vampiros… mas não há vampiros. Para quem está de saco meio cheio de histórias de/com vampiros, tive que avisar para não fugirem desse livro magnífico. Mas também não vou contar qual é o ser bem pouco usado na literatura sobrenatural que a Helena usou magistralmente nesse romance que me fez percorrer uma trilha cheia de emoções, suspeitas, alegria, tristeza, romance, tristeza.

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Porque leio alguns tipos de livros e outros não e o que me faria reconsiderar uma decisão

Olá! Me chamo Marcela, faço Produção Editorial na UFRJ, o curso mais legal do mundo <3, e gosto tanto dos livrinhos que quero ficar perto deles até na hora de trabalhar e estudar. Sou fã do iCultGen e hoje vim aqui falar com vocês, leitores lindos! Ai, que emoção! *-*

Vou falar um pouco sobre algo muito agradável: paixão… por livros! As diversas formas de gostar dos diversos livros que tem por aí.

Eu sou apaixonada por livros e talvez só exista uma coisa de que eu goste mais do que ler: comprar (livros)! Passo deliciosas horas folheando-os, mas, parando pra pensar, acho que passo ainda mais tempo bisbilhotando livrarias, blogs, catálogos online e tudo que mostre muitos e muitos livrinhos! A graça não é bem comprar, mas, antes de tudo, descobrir coisas novas!

Sabe, essas coisas… não consigo passar por uma pilha de livros sem virar o pescoço pra dar um espiadinha. Ou por um shopping sem dar um pulinho na livraria. E, melhor ainda, quando estou no ônibus, e tem alguém lendo do meu lado, me desdobro toda para descobrir qual é o livro!! Esse é o passatempo preferido da minha viagem! Quando tem algum livro por perto, quero sempre dar uma olhadinha pra saber se é alguma novidade pra adicionar na lista!!

É muuito gostoso descobrir um livro novo, que você não fazia ideia que existia e é adorável, de um gênero que você ama, ou de um autor que você não conhecia e faz muito seu estilo. E na maioria das vezes, tenho vontade de comprar todos!

Às vezes até sem nem saber do que se trata, só de olhar o título, a capa, uma notícia de lançamento e tun tun tun, o lugarzinho reservado aos livros no coração já começa a bater e bombear sangue para todo o resto do corpo e  SAI DA FRENTE QUE EU QUERO. Será que vocês me entendem? Por acaso é assim com vocês também? ;P

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Resenha do livro: A Maldição da Pedra – Cornelia Funke

Gosta de contos de fadas? Mas não daqueles com finais felizes… e sim dos que voltam às origens do gênero, sombrios, tétricos… se esse tipo de leitura não agrada você, bem, mesmo assim tente ler minha resenha até o fim, vai que consigo convencê-lo a dar uma chance para esse livro?

“A maldição da pedra” é um livro, no mínimo, peculiar. É estranho… fiquei buscando na minha memória para ver com o que se assemelhava o livro e me lembrei que o tom de frieza da história não é tão incomum… já li alguns livros de escritores alemães, e percebi esse tom de frieza n’alguns livros alemães. Mas, hey!, não achem que não gostei do livro. Eu gostei, mas ele tem essa estranheza que, a princípio, nos deixa um pouco distanciados dos personagens… no final, a personagem com quem mais simpatizei foi Fux, a garota-raposa.

Os capítulos curtos (cheios de ilustrações belíssimas) fazem com que a narrativa flua, e, assim, vamos virando uma página atrás da outra, para ver o que acontece em seguida… a narração em terceira pessoa, entremeada com os pensamentos dos personagens, faz com que ficamos sabendo mais ou menos como eles se sentem em toda aquela situação que é, para dizer o mínimo, bizarra.

E aí eu me lembro da resenha que a Claudia Charão fez lá no blog dela, o Concentrófoba, citando o Bizarro, do Superman. Se o mundo do outro lado do espelho realmente parece uma versão bizarra de nosso mundo, ainda me recordei do rosto do bizarro.

E as referências a contos de fadas não faltam… vamos lá?

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Teaser da Dominação Distópica e Sorteio do DVD do filme Melancolia de Lars Von Trier, da Califórnia Filmes (Concluído)

Desde o dia 17 de janeiro a Ana Death Duarte, aqui do iCultGen teve uma grande idéia e convocou alguns blogs distritos para montar essa grande ação, ou seria uma revolução? Os centros de inteligência de cada blog distrito estão reunindo algumas informações e em breve teremos mais detalhes. Um deles será o Capitol e ele, incluindo os demais 12 blogs distritos trarão um monte de jogos sorteios para seus participantes. Você tem o necessário para sobreviver à Dominação Distópica?

Para triunfar e conseguir muitos adeptos, teremos regras bem simples e que tornarão sua participação seu alistamento bem divertida desafiador.

Seremos o blog distrito 5. E como esse distrito é o responsável por manter a energia do todo, vamos dar o início aos Jogos Vorazes Dominação Distópica.

Mais informações, apenas quando o primeiro post com todas as regras forem ao ar no blog Capitol.

Portanto, vamos à nossa parte inaugural para celebrar esse evento:

A Califórnia Filmes concedeu uma arma secreta um DVD que será o prêmio dado ao mais corajoso vencedor sortudo, um dos sobreviventes participantes dos Jogos Vorazes da Dominação Distópica.

Vocês podem se inscrever como tributos participantes, mas além dele, há muitas tarefas que vocês poderão fazer para disputar outros prêmios e que serão revelados em breve.

Já conhecem o Rafflecopter? Ele será nossa arena para as comemorações e para os jogos sorteios. Os tributos poderão descansar até os jogos propriamente ditos e começarem a aproveitar essa cortesia da Califórnia Filmes.

Vamos participar?

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Resenha do livro: Minha Alma para Levar – Rachel Vincent

É bem provável que não só eu como vocês também, leitores, tenhamos lido tantos livros YA sobrenaturais… que precisamos de algum “quê” a mais para adquirir uma obra nova do gênero, não?

Pois bem, a Editora Harlequin está com uns lançamentos muitos legais, tanto em Fantasia (vejam a resenha de Estudos sobre Veneno, que já indiquei aqui pra vocês), e agora, vou trazer a vocês a resenha de “Minha alma para levar”. Um dos YA sobrenaturais que mais amei ter lido esse ano (e cuja autora já me conquistou, e já estou de olho em outra série dela, sobre werecats hehee)

Bom, a frase da Kirkus Review, dizendo “Os fãs de Crepúsculo vão amar” pode deixar vocês com pé atrás – se, assim como eu, também detestarem Crepúsculo, claro ―, mas não se enganem. Infelizmente, parece que virou moda comparar tudo com essa “saga”.

Pois bem, começarei essa resenha dizendo que, muito ao contrário de Crepúsculo, nossa heroína em “Minha alma para levar” não é submissa, não depende dos homens para fazer alguma coisa (embora ela seja esperta e saiba muito bem usar a ajudinha deles quando necessário hehe), aliás, ela não é chorona, reclamona… e a Kaylee não é ― pasmem! ― nem um pouco chata! Além disso, a visão de Rachel Vincent não e machista, o clima sexy entre Kaylee e Nash (que eu já falei pra Ziih que é um mocinho tão legal quanto vários da Meg Cabot ou mais ainda…) é encantador… e, embora esse livro lide com morte, posso afirmar que ele é relativamente bem feliz!

“Nash se afastou e me olhou, uma profunda necessidade fulgurando por trás de seus olhos. A intensidade daquela necessidade, a estonteante profundidade de seu desejo, me atingiu como uma onda na lateral de um navio, ameaçando me lançar para fora. Ameaçando me arremessar naquele mar turbulento, onde a corrente certamente me levaria embora.”

Sim, para fãs da mitologia celta/irlandesa, esse livro é um deleite. Temos as bean sidhes como personagens principais no livro, além dos anjos da morte ― e um deles, curiosamente, se chama Tod, que quer dizer Morte, em alemão.

“Anjos da morte não gostam que os outros mexam nos brinquedos deles.”

Querem saber mais? Perderam esse temor inicial de que poderia realmente ter algo a ver com Crepúsculo? Continuem a ler xD

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Resenha do livro: Estudos sobre Magia – Maria V. Snyder

Essa resenha pode conter spoilers do primeiro livro da série “As lendas de Yelena Zaltana” ― leia a resenha do primeiro livro aqui.

Seguindo sempre seus instintos, aventurando-se até mesmo quando todos os riscos possíveis estão à sua frente, a tenaz Yelena não desiste de seus objetivos. Nunca. E é essa a personagem de que aprendemos a gostar no primeiro livro que se mostra ainda mais ousada neste segundo livro da série.

Neste segundo livro da série, Yelena está em Sitia, vai se reencontrar com a família da qual fora separada quando criança… mas não pensem que tudo são flores: as aventuras de Yelena não cessam e, em Estudos sobre Magia ela aprende muito mais coisa além da Magia em si.

“Yelena, as aparências podem enganar. Procure com a mente, e não com seus sentidos. (…) O fato de a mente de uma pessoa ser receptiva a sua sondagem não significa que você tenha permissão para mergulhar nos seus pensamentos mais profundos. Isso é contra o nosso Código de Ética.”

“Eu esperava jamais ter de tirar outra vida, mas, se pretendia sair com vida daquela confusão, não podia me dar ao luxo de ter compaixão.”

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Megapromo de Fim de Ano 2011: Kits de livros, quadrinhos, action figure, brindes, etc. até dia 23 de janeiro de 2012

As renas estão todas bêbadas com eggnog… então seremos nós que ajudaremos a entregar os presentes! :-P

Nesse fim de ano, depois do nosso aniversário de 2 anos de blog, passamos de 400 mil visitas. Ganhamos uma hospedagem nova, novas parcerias, novos leitores e muitos amigos, claro. Ficamos bem contentes com a participação de todos, com o entusiasmo e tentamos sempre retribuir da maneira que podemos. Voltamos com uma megapromo, tão grande quanto a anterior. Ainda vamos ter uma montanha de resenhas e, é claro, mais uma promo inteirinha de brindes, marcadores e bottons por volta da virada do ano.

Cada 1 terá uma chance para ganhar cada item escolhido. Os participantes poderão escolher quantos itens quiserem da lista (ou todos, claro) e dizer o motivo porque desejam o item (pode ser breve, mas não muito). Só que, dessa vez, vamos facilitar as regras e acrescentamos uma coisa bem interessante:

Se você escolher mais de 10 itens da lista, terá 3 chances extras para concorrer a um item específico da lista que você mais deseja ganhar!

Aos “promonautas/caça-promoções”, esqueçam, caso seja descoberto que o perfil do ganhador do item seja exclusivamente (ou quase) voltado para promos, ele será desclassificado. Ou seja: mais chances para nossos seguidores que não fazem de promoções uma profissão. Boa sorte, pessoal :-D

Segue a pequena lista de coisas lindas que separamos pra vocês:

  • 1 Action figure da DC – Canário Negro
  • 1 Kit com um livro Morto até o Anoitecer e o chaveiro do livro Filha da Tempestade
  • 1 Capa protetora impermeável para proteger seus livros + 1 bloquinho
  • 2 Marcadores de livro de imã – Darth Vader e outro de Gato fofo
  • 1 Graphic novel do Mestre/Deus Neil Gaiman
  • 2 Graphic novels Guerra 1939-1945
  • 2 HQs de Calvin e Haroldo
  • 2 colares com pingentes de acrílico da casa Stark, de Guerra dos Tronos.
  • E, é claro os livros. Separamos 19 livros pra vocês!

Vamos lá? Não se preocupem que lá embaixo no post terá uma lista para vocês copiarem e colarem os itens nos comentários. Podem ler tranquilamente e selecionar depois os que mais curtirem.

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Resenha do livro: A Maldição do Tigre – Colleen Houck

“A maldição do tigre” é um livro lindo, encantador. Mas não é só isso. Colleen Houck conseguiu reunir diversos elementos que tornaram sua obra única e, após terminar de ler esse primeiro volume da Saga do Tigre, eu já desejei ter logo em mãos o próximo volume. Não que ela não tenha dado um bom encerramento para esse primeiro livro, pelo contrário. Ele tem isso que adoro em primeiros livros de série: um encerramento de um ciclo, de um arco, em que determinados pontos são amarrados, mas, claro, ficam pontas soltas a serem resolvidas depois.

E essas pontas soltas dão muita agonia, mas, como falei, ao mesmo tempo, a sensação de encerramento bem-feito faz com que nossa satisfação com a leitura seja completa.

“À frente, o futuro se delineava: a faculdade, uma variedade de empregos de verão para custear os estudos e a alta probabilidade de uma vida solitária.”

Dito isso, o livro me encantou por diversos motivos. Um deles foi exatamente a protagonista. Apesar de ter perdido os pais, sua família adotiva gosta dela, se dá bem com ela ― ou seja, ela não é uma coitadinha que perdeu os pais e… o típico clichê de muitos livros (mesmo alguns bons) YA. Não, sua família é boa, e ela não fica reclamando da vida o tempo todo. Além disso, quando necessário, ela realiza as coisas sozinha, ou seja, ainda por cima não é a típica donzela em perigo. (Embora ela se meta em confusão e perigos no decorrer da história, hehe, mas isso faz parte de sua aventura.) A autora é fã de Star Trek, Indiana Jones e Star Wars, e se prestarmos bastante atenção, há muita influência dessas obras nesse livro, bem aliadas à criatividade própria da autora. Nada de mocinha frágil e indefesa, e sim humana, cheia de dúvidas e algumas certezas, claro.

Aliás, classificar esse livro, como? Ele é uma boa mescla de fantasia com aventura, bem típicos de filmes como Indiana Jones, Tomb Raider, A Múmia e A lenda do tesouro perdido ― no sentido em que há profecias, enigmas, templos indianos, deuses, todos os bons elementos desses filmes em um livro cativante do começo ao fim.

“Quando a jaula do tigre passou diante de mim, tive uma vontade súbita de acariciar-lhe a cabeça e confortá-lo. Eu não sabia se tigres podiam demonstrar emoções, mas por algum motivo eu tinha a impressão de que podia sentir seu estado de espírito. Parecia melancólico.”

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Coluna: 3 Livros legais que encontramos para vocês #2

Voltamos com a “segunda edição”, hehe, dessa coluna. Em dezembro, parece que me ligaram no 220 e eu estou lendo/li muitos livros legais! O primeiro, eu li agora, em dezembro, o segundo, faz um tempinho já, e o terceiro é indicação do nosso colaborador, Bruno Varela. E, como de costume, os três livros são bem diferentes uns do outros. Então, sem mais delongas, vamos ao primeiro livro que vamos indicar aqui dessa vez:

1. Bela Maldade – Rebecca James (Editora Intrínseca)

Bem, além de a capa ser linda… o que mais podemos esperar desse livro?

Seguindo o molde do blog 365daysofreading , vou apontar 5 coisas ótimas desse livro indicado aqui:

  1. Tensão psicológica elevada à décima potência.
  2. Narrativa alternando passado mais distante, passado próximo e presente – o que só faz aumentar nossa agonia para terminar de ler logo o livro, virando a página uma atrás da outra, em capítulos curtos e alternados, até chegarmos logo à conclusão.
  3. Personagens bem caracterizados, aprofundados e totalmente verossímeis (tão verossímeis que chega a dar medo… parece que a gente está lendo uma narrativa de algo que realmente aconteceu…)
  4. Temáticas tensas e ações que nos levam a questionamentos de nossas vidas, das vidas dos outros. É um livro para levar o leitor a refletir sobre sua vida, a vida dos outros, o mundo, o ser humano, o que é maldade… enfim, um livro para levar você a pensar, não é um livro para entretenimento puro e simples.
  5. Suspense. Embora você já saiba de antemão que alguns personagens estarão mortos, você vai se perguntar e querer saber o que houve, e é justamente no como que a autora é genial. Vai revelando detalhes aos poucos, de forma belamente assombrosa.

A seguir deixamos aqui o BookTrailer em alemão (não faço idéia do que está escrito nem sendo dito, mas é lindo). Detalhe para a entonação de propaganda de perfume, risos :-P

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Resenha do livro: Atlas Esmeralda

Imaginem a existência de 3 livros, com os quais se pode recriar a história do mundo. Com os quais se pode apagar e reescrever a história da Humanidade.

O primeiro desses livros é um Atlas. O Atlas Esmeralda.

“O Atlas Esmeralda” é o primeiro livro da trilogia escrita por John Stephens, roteirista, diretor e produtor de séries de TV, que já trabalhou em The O.C., Gilmore Girls e Gossip Girl.

Antes de desistirem da resenha e do livro, aqueles que não são fãs dessas séries não precisam se preocupar. Na verdade, não notei nenhuma similaridade com alguma das três, e isso é bem interessante.

O autor conseguiu criar um universo fantástico, a princípio voltado para os leitores de até 12 anos de idade ― a categoria de livros chamada middle-grade, que inclui, entre outros, a série do Percy Jackson e os 2 primeiros livros de Harry Potter.

No entanto, apesar de o público-alvo ser mais novo, O Atlas Esmeralda tem muitos elementos que podem agradar a adultos fãs de fantasia, e por que não?

Não pude deixar de encontrar elementos também da série As Crônicas dos Kane, mas O Atlas Esmeralda, embora tenha elementos em comum com as obras citadas acima, tem suas peculiaridades, tornando-se um destaque entre os lançamentos de 2011 e, inclusive, foi colocado em diversas listas, entre elas a da Amazon (Top 10), de melhores middle-grade books de 2011.

Muita gente (inclusive eu) já está ansiando pelo livro 2 da trilogia “Os livros do princípio”… e já sabemos de antemão que cada um dos livros será voltado a um dos três irmãos.

Então, vamos ver o que tem de tão legal assim n’O Atlas Esmeralda?

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Resenha do livro: Marina – Carlos Ruiz Zafón

“Marina” foi o primeiro que li do autor, mais conhecido pelo best-seller “A sombra do vento”. E já posso dizer que é um dos melhores livros que já li na minha vida. Me surpreendi de um jeito que eu não esperava, terminei as últimas páginas com lágrimas nos olhos, mas, embora o final seja bem triste, a beleza, as mensagens do autor e a poesia gótica da narrativa, tudo isso me encantou.

A princípio, fiquei me perguntando por que o livro tinha esse nome. E, quando comecei a ler a história, fiquei surpresa a cada virada de página, pois o encanto da trama ia surgindo aos poucos, e me conquistando, como se o livro flertasse com o leitor, encantando-o para depois jogá-lo em seu suspense com ações sórdidas e hediondas de algumas pessoas.

Mas, antes que você continue a ler a minha resenha, a minha dúvida inicial talvez possa ser a sua: Por que o livro se chama Marina?

Posso dizer, sem revelar muita coisa, para não dizer que não posso contar praticamente nada da história em si, pois para se bem apreciar esse livro, é o ideal que o leitor não saiba muito (ou praticamente nada) sobre a história em si. Mas, quando se chega nas últimas páginas, dá para entender perfeitamente o motivo pelo qual o autor deu o nome dessa personagem ao livro. Não poderia ser mais perfeito, mesmo não sendo tão comercial, esse título.

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