
Aviso: Recebemos esse ARC da editora para ler a história e poder trazer essa resenha a vocês a tempo da época do lançamento do livro. Também recebemos uma peruca, risos, que vocês verão a seguir. Em breve colocaremos uma foto do livro final aqui. Agora, vamos à resenha:
“Gosto de infância.” É o que me veio à menta durante a leitura de Oksa Pollock e o Mundo invisível. A história é light, deliciosamente cômica e definitivamente refrescante.
Oksa Pollock é uma menina de 12/13 anos de família russa e excêntrica. Cultiva um adorável respeito pelas habilidades ninja, pratica caratê e jamais se atrasa.
Como não poderia deixar de ser, ela tem o peso do mundo nas costas, não apenas por ser uma figura importante, mas também por ser adolescente – o que por si só já é uma espécie de fim do mundo, se você for tão dramático quanto Oksa Pollock.
Não sei se os outros leitores considerarão uma qualidade ou um defeito, mas a narração do livro acompanha a personagem no ar teatral e levemente exagerado. Eu gostei, como também gostei de Oksa – e do leque inteiro de personagens, por sinal. Cada um tem um núcleo dentro de si, com suas excentricidades, segredos e histórias. Desde Baba (não a Yaga, a Pollock, avó de nossa intrépida heroína), com suas poções, plantas e humores, até Tugdual, com suas roupas, música e conflitos – e este último nem tem tanto destaque na história, só me senti obrigada a comentá-lo por causa da aparência nórdica. COMO NÃO COMENTAR UM CARA DE BELEZA NÓRDICA? Thor me puniria loucamente.
“Oksa olhou para ele, encantada com sua beleza nórdica e intrigada com a profunda tristeza que transparecia e ele não procurava esconder. Poucas semanas antes, ele havia dito lamentar que as pessoas não o vissem por trás das aparências. E ela agora compreendia o que quisera dizer.”
A história apresenta vários tipos de clichê sem jamais perder o ar de ‘queria ter 12 de novo’. Mesmo sendo repetido, tudo é novidade.









É bem provável que não só eu como vocês também, leitores, tenhamos lido tantos livros YA sobrenaturais… que precisamos de algum “quê” a mais para adquirir uma obra nova do gênero, não?
Pois bem, começarei essa resenha dizendo que, muito ao contrário de Crepúsculo, nossa heroína em “Minha alma para levar” não é submissa, não depende dos homens para fazer alguma coisa (embora ela seja esperta e saiba muito bem usar a ajudinha deles quando necessário hehe), aliás, ela não é chorona, reclamona… e a Kaylee não é ― pasmem! ― nem um pouco chata! Além disso, a visão de Rachel Vincent não e machista, o clima sexy entre Kaylee e Nash (que eu já falei pra Ziih que é um mocinho tão legal quanto vários da Meg Cabot ou mais ainda…) é encantador… e, embora esse livro lide com morte, posso afirmar que ele é relativamente bem feliz!
Essa resenha pode conter spoilers do primeiro livro da série “As lendas de Yelena Zaltana” ― leia a resenha do primeiro livro 

“A maldição do tigre” é um livro lindo, encantador. Mas não é só isso. Colleen Houck conseguiu reunir diversos elementos que tornaram sua obra única e, após terminar de ler esse primeiro volume da Saga do Tigre, eu já desejei ter logo em mãos o próximo volume. Não que ela não tenha dado um bom encerramento para esse primeiro livro, pelo contrário. Ele tem isso que adoro em primeiros livros de série: um encerramento de um ciclo, de um arco, em que determinados pontos são amarrados, mas, claro, ficam pontas soltas a serem resolvidas depois.


Imaginem a existência de 3 livros, com os quais se pode recriar a história do mundo. Com os quais se pode apagar e reescrever a história da Humanidade.
O autor conseguiu criar um universo fantástico, a princípio voltado para os leitores de até 12 anos de idade ― a categoria de livros chamada middle-grade, que inclui, entre outros, a série do Percy Jackson e os 2 primeiros livros de Harry Potter.
“Marina” foi o primeiro que li do autor, mais conhecido pelo best-seller “A sombra do vento”. E já posso dizer que é um dos melhores livros que já li na minha vida. Me surpreendi de um jeito que eu não esperava, terminei as últimas páginas com lágrimas nos olhos, mas, embora o final seja bem triste, a beleza, as mensagens do autor e a poesia gótica da narrativa, tudo isso me encantou.