

Primeiro vou fazer um breve relato da “saga” até eu finalmente conseguir ver esse filme em IMAX 3D… e ela começa com “Os Deuses Asgardianos me Odeiam, Eu Sou um Urso Polar e Vou Hibernar…”

Era assim que eu me sentia a cada dia em que tentava, em vão, pelo esgotamento dos ingressos, pela bagunça nas bilheterias, porque online só com cartão de crédito e se você imprimir, enfim…, com uma única sala passando em IMAX 3D um filme que, em 19 dias de exibição arrecadou mais de 1 Bilhão de Dólares, só me pergunto por que tão pouco investimento em salas IMAX 3D no Brasil… mas… aí eu também teria que reclamar da imensidão sufocante de opções dubladas e… prefiro ir direto ao ponto…
Eis que, em um belo dia, eu decidi: eu só vou. Fui direto pro shopping e não voltei pra casa até ter visto o filme. Claro que IMAX 3D seria a primeira opção, e eu não desistiria antes de tentar, mas eu não voltaria para casa nem que visse em 2D, menos dublado, claro.

Fui vestindo minhas roupas como me preparando para uma batalha, rs. Coloquei a minha camiseta que faria uma homenagem indireta ao Tony Stark, já que eu não tinha aquelas com as frases do filme como “No offense, but, I don’t play well with others”, e usei a da Linux Mall, com os dizeres “I’m not anti-social, I’m just not user-friendly” (que eu “roubei” do Alonso, lol, mas ele rouba as minhas e não vamos lavar roupa suja em público, rs).
Pra fechar, coloquei o meu Mjölnir de estanho, que mandei fazer faz um bom tempo e que sobrevive até hoje, pois, valorosa como Thor, eu ia ver esse filme! E consegui!






Recebemos esse livro já faz um tempinho para análise e resenha, mas embora já tenhamos lido alguns arcos de quase todos os citados no livro, quisemos esperar para assistir a todas as novas adaptações dos personagens.

Ainda dá tempo de participar 
Conn Iggulden, autor conhecido pela sagas “O Imperador” e também “O Conquistador” era professor e abandonou a profissão para dedicar-se somente a escrever livros. Neste livro, Conn Iggulden e seu irmão, Hal, fazem um verdadeiro revival dos tempos em que era comum passar horas contando histórias para os amigos e as tardes sem a influência de jogos, internet e computadores.
Confesso que fico irritado com o filme Matrix (1999). Considerado por inúmeras pessoas da década de 1990 como a piração máxima do mundo tecnológico, é uma grande infelicidade perceber que a maioria desconhece as origens e inspirações desse filme. Como já dito anteriormente no 







A narração do capitão James Kirk, interpretado pelo ator William Shatner, abria em 8 de setembro de 1966 o episódio “Sal da Terra” (The Man Trap), o primeiro da série “Star Trek” (Jornada nas Estrelas) a ir ao ar. Nas primeiras cenas, já apareceram alguns dos elementos que virariam ícones do seriado. A começar pelo teletransporte, uma máquina que desmaterializa um ser ou um objeto em um ponto e envia suas configurações atômicas para outro local, onde ele é reconstituído.