Coluna: Adaptações #2 – The Secret Circle (Círculo Secreto)

A gente tinha anunciado essa coluna nova no ano passado e a primeira  saiu mesclada com a Review do filme As Aventuras de Tintim – O Segredo do Licorne. Dessa vez vamos fazer uma comparação do livro Círculo Secreto, cuja trilogia deu origem à série da CW, The Secret Circle (sobre a qual já falamos um pouco aqui), portanto, se você não vê a série de TV, vai encontrar alguns spoilers aqui, já que o propósito dessa coluna é o de comparação, não é uma resenha, e sim uma análise.

Vou tentar manter os spoilers limitados ao mínimo, mas o aviso foi dado. Eu vi que muita gente não quis ler o livro justamente por ter medo de ele “conter spoilers da série”. É engraçado pensar assim, especialmente porque o livro foi escrito em 1994… e a série é de 2011 hehe. Mas eu acabei lendo o primeiro livro e metade do segundo (é, na edição americana tie-in, que acabei ganhando, vem o primeiro livro e metade do segundo, vai entender…), e posso garantir a vocês que é bem diferente. E num bom sentido. O Alonso está lendo a versão em português e teremos uma resenha aqui em breve.

Se vale a pena ler o livro? Bem, eu aprovei. Sério, adorei tanto o livro que não sei ainda se gosto mais dele ou da série de TV… e, para não ter que decidir, eu sempre me lembro que um é bem diferente do outro, que a série de TV é boa, o livro é ótimo e, bem… continuem a ler para saber das semelhanças e diferenças e decidirem por vocês mesmos se vão ler os livros e ver a série ou não.

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Coluna: Acompanhamento de séries #2: The Secret Circle

Logo que começaram a anunciar uma série feita pelo mesmo criador da bem-sucedida The Vampire Diaries e da série Pânico no cinema (Scream) ― vi os 4 filmes e adorei ― fiquei, no mínimo, curiosa para saber o que ia surgir dali. Então eis o que estou achando da série The Secret Circle:

Então, até esse último episódio que foi ao ar antes do hiato (S01E09), e a série volta só em janeiro, vou fazer uma análise geral aqui de como a série está até agora, do que já foi apresentado e do que podemos esperar ― sem spoilers. Portanto, podem ler e decidir por vocês se vão dar uma chance à série ou não.

Depois falaremos desse que já virou um clássico :-)

O tema “bruxaria” pode render muitas histórias boas se for bem aproveitado. Há vários livros bons sobre o tema, alguns filmes legais, outros nem tanto. Entre os legais, cito The Craft (Jovens Bruxas), do qual ainda vou falar mais detalhadamente aqui no site, mais pra frente.

Assisti ao piloto que foi liberado gratuitamente na iTunes Store (aliás façam uma conta e sempre fiquem de olho, pois eles liberam de vez em quando alguns pilotos e extras lá) ― às vezes fico com um pé atrás, para não dizer dois, quando liberam pilotos de série, pois dá aquele frio na espinha, se é de graça… será que é bom?

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Resenha dupla dos livros: Escuridão e Sombra – Suma de Letras

Essa resenha fecha o nosso ciclo de artigos com o tema oceano. Veja o outro aqui Explorando as Profundezas de O Velho e o Mar.

De uns tempos para cá comecei a ler livros de autores de países um tanto diferentes dos habituais, e suas histórias não deixam a desejar, é o caso da trilogia My Land, da escritora italiana Elena P. Melodia, que me surpreendeu bastante no segundo livro da série, Sombra, mas falarei disso mais pra frente. Acho que essa resenha foi um desafio para mim, pois nunca tinha feito uma dupla.

Se você não tiver como comprar, logo de cara, os dois primeiros livros, recomendamos esperar um pouco para comprar os dois juntos, pelo menos. A história dessa trilogia é engatilhada, um livro é praticamente continuação do outro e o cliffhanger é bem forte do primeiro para o segundo livro e a situação também é complicada no segundo, deixando aquela sensação de que estão falando páginas. Por isso mesmo resolvi montar essa resenha dupla, assim vocês poderão saber qual será o andamento da história, se vale a pena comprar os dois para diminuir um pouco da agonia, mas quando o terceiro for lançado, faremos uma resenha separada para ele.

Um aviso: a segunda parte dessa resenha pode contar microspoilers, mas é a melhor parte da resenha. Nela também explico qual é a relação desse livro com o tema oceano. :-)

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Explorando as profundezas de O Velho e o Mar

Esse artigo foi escrito faz um tempinho, não é uma resenha propriamente dita, mas é bem interessante. Para começar essa breve análise da história de Santiago, o velho que costumava pescar na Corrente do Golfo, creio que temos de analisar a história como todo.

No momento em que a história se inicia, Santiago havia sido azarado, não tendo pescado um peixe em 84 dias! Se prestarmos atenção a este numero, podemos ver que a soma de seus componentes é igual a 3 (8 + 4 = 12: 1 + 2 = 3). Três é um número importante; às vezes é considerado um número sagrado. Três é o número do céu, de planos astrais (céu, terra e inferno); é o número do espiritual, em oposição a 4, o número do material. No entanto, no Tarô, o Arcano de número II é A Imperatriz, que representa o poder da mulher, o desejo e suas representações. O elemento relacionado à força feminina e a água. Sendo assim, qual é o significado do mar? O que é o mar? Muitas vezes revolto, às vezes acalentador, algumas vezes água extremamente perigosa. Pode significar a fluidez de sentimentos, a mudança das experiências, pois a água nunca é a mesma, flui nos rios e/ou no mar, muda de estado, é mutante, mutável, está relacionada aos acontecimentos debaixo do sol.

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Resenha do livro: A Cabala Draconiana

Qualquer um que já se pôs a estudar mais de um sistema mitológico – mesmo que por pura curiosidade – deve ter chegado a conclusão que existem pontos gerais em que as mitologias muito se assemelham. Tal tipo de linha de estudo até se tornou uma ciência, denominada Mitologia Comparada. A maioria dos estudiosos só se põe a fazer esse tipo de comparação para traçar perfis culturais, sociológicos e psicológicos dos povos que os criaram ou se guiaram por sistemas de mitos ou religiosos, nunca se debruçando profundamente sobre o conteúdo da mitologia em si. Diferentes pesquisadores geram diferentes abordagens e ângulos de estudos. Na Psicologia, por exemplo, Freud dizia que certos mitos expressam repressões e distorções comportamentais, principalmente os relacionados a figura da mãe e do pai, personas chave no desenvolvimento sexual e comportamental de todos os indivíduos. Como essas distorções se repetem com certa frequência, viram mitos, sendo o exemplo mais popularmente conhecido o Complexo de Édipo. A análise de Carl Jung de sistemas mitológicos é um pouco diferente – provavelmente pela educação religiosa dele, e derivado desse estudo surgiu a teoria dos Arquétipos do Inconsciente Coletivo. Imagens como a Mãe, o Pai, o Nascimento, a Morte, a Iniciação… seriam todas universais e culturalmente inatas, se manifestando pessoalmente através dos Complexos, onde os Arquétipos se misturam com interpretações pessoais.


O Dilúvio Universal com poucos sobreviventes, por exemplo, é recorrente em inúmeras mitologias, sendo o judaico-cristão apenas o mais conhecido no Ocidente. Babilônia, Nova Guiné, Astecas, Incas, Hindus, todos têm mitos diluvianos parecidos. São cerca de 120, aproximadamente. O mais antigo documentado, bem antes do bíblico, provavelmente é o mesopotâmico, extraído da Epopéia de Gilgamesh, que entre outras coisas, narra a jornada de Uta-na-Pistim na construção de um barco, que deve ser cheio de animais e sementes, garantindo a sobrevivência da humanidade. Quando Uta percebe que a chuva diminuiu, solta uma ave. Similar a uma história que você conhece? Com certeza! Mesmo com todo o tipo de evidência puramente cultural que me parece suficientemente forte para exigir uma investigação histórica, os mitos são tratados com desprezo pelos que se dizem racionais. Por volta da década de 1950, o Dr Immanuel Velikovsky propôs que talvez tenha havido um grande dilúvio, se baseando na intensa repetição de relatos similares por diversos povos. Mas certos grupos da comunidade científica rejeitaram veementemente essa hipótese, mesmo com Velikovsky dizendo que tal dilúvio poderia ter se originado de uma colisão meteórica ou algo assim – o que poderia ser considerado científico, de uma forma geral. Para os cientistas que rejeitaram a proposta de investigação dele, aceitar parte de um mito – mesmo que comprovado através de posteriores trâmites empíricos – significa aceitar todo um mito, e ninguém sabe que tipos de pensamentos poderiam se originar dessa concessão.

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Conto: Lúcifer em Soberba versus Inveja VII.XIV.L.L.L.

Um conto de Ana Death

Lúcifer estava sentado à beira do mar, com seus longos cabelos negros presos, mesclando-se normalmente aos mortais que por ali passavam. Apenas outros caídos como Ele poderiam ver a marca que o distinguia…

E Ele pensava que este seria apenas mais um dia calmo desde que abrira mão de governar o Inferno. Não que só tivera dias calmos a partir de então, mas predominava a calmaria. Até que fora sugado, quase literalmente, por uma das mais antigas invocações.

* * *

Ele ainda se lembrava de quando havia caído, na Terra, e fora amparado por uma garotinha sem voz após ter sido apedrejado. Lembrava-se do dom que a ela concedera – o da cura – e de devolver-lhe sua voz que Deus havia lhe roubado. Eram coisas como essas que, após a guerra, fizeram com que Ele abandonasse o Inferno para viver na Terra.

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Resenha do livro + Cartas: Tarô dos Vampiros

Esse tarô me chamou a atenção antes mesmo de sair aqui no Brasil pela Editora Madras e cheguei até a sugerir a eles a tradução e o lançamento. E imaginem a minha cara de felicidade quando vi que iam lançar mesmo!

Não é apenas para aproveitar uma modinha de vampiros, como muitos diriam. Para quem não sabe, há o Tarô de Giger e inclusive o Vertigo Tarot, com as belíssimas ilustrações de Dave McKean. Mas, tanto para os amantes de vampiros quanto para os que curtem o Tarô, ou até mesmo para os iniciantes, essa realmente é uma obra que não pode faltar em sua biblioteca (ou em seu altar).

Antes de partir para a resenha propriamente dita, devo dizer que, apesar da beleza, eu precisava testar o sistema e, sem modéstia, jogo cartas e estudo o tarô e suas simbologias (diversas, desde o Tarô de Alesteir Crowley, passando pelo Baralho Cigano, Tarô Mitológico e Egípcio entre outros), desde os 13 anos.

Testei com algumas jogadas sobre situações específicas e os resultados foram bem sólidos. Um bom jeito de testar algum tarô pela primeira vez é perguntar algo sobre o presente, que você já tenha a resposta ou conheça em detalhes. Os resultados foram certeiros, meu queixo caiu e tive que colar com super bonder!

Clique na imagem para vê-la em um tamanho maior

Além de lindo – as cartas têm belas artes, dá realmente vontade de ter dois, um para guardar e um para usar! – e servem tanto para iniciantes quanto para quem já entende um pouco mais de tarô, pois vocês podem seguir apenas as diretrizes mais simples contidas no livro (que realmente funcionam) e são voltadas a iniciantes, quanto ir mais além, analisando a simbologia de cada carta, que não contêm apenas uma ilustração bonitinha e foram bem pensadas e ilustradas para cada um dos 78 arcanos. Continue reading

Resenha do Livro: Aleister Crowley – A Biografia de Um Mago

Autor: Johann Heyss
Editora Madras

Pessoalmente, confesso que li somente dois livros de Aleister Crowley e conheço relativamente pouco de sua história. Estou aprendendo a lidar com seu tarot, o tarot de Thoth.

Johann Heyss acerta em cheio! Separa argumentos bem construídos e suportados, segundo ele mesmo, por uma pesquisa de 15 anos de contato com as obras de Crowley e um ano e meio de uma escrita bem pesquisada e feita nesta obra.

Aleister Crowley desempenhou um papel importante quanto à popularização de uma abordagem mais “científica” do espiritualismo e da magia além da conscientização de que as virtudes defendidas pela sociedade são abomináveis.

O livro traz detalhes curiosos como, já em sua infância, mesmo com o ensino religioso constante, começava a dar suas pontadas de curiosidade em direção à verdade. Chegou a perguntar ao professor “como era possível Jesus ficar sepultado por três dias e três noites se havia sido crucificado em uma sexta-feira e ressuscitado no domingo…?“. Essa garra e curiosidade incansáveis foram minadas por diversas pessoas em sua vida, não só no ensino, como sua família extremamente rígida, fazendo-o sofrer por sequer pensar de maneira diferente dos demais.

A morte do pai abalou muito sua vida. Assim que ele morreu, disseram a ele que isso era a “vontade de Deus”. Como o admirava, chegou à conclusão que tudo que o ensinaram deveria ser mentira, já que seu Deus não o compensou por sua dedicação religiosa, portanto, o exato oposto seria o mais lógico de ser a verdade, que se existisse um Deus, aquelas pessoas que adoravam aquele outro Deus eram impostoras. Crowley direcionou os anos seguintes de sua vida a mostrar à sociedade onde o cristianismo corrompe e os motivos pelos quais esses valores morais devem ser aniquilados para que seja possível viver (propriamente dito).

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Legend of the Seeker & RPG: Comparações e Curiosidades

Não contém spoilers!

Se você ainda não conhece a série, não deixe de vê-la “a qualquer custo”. Envie e-mails para a Warner, para a AXN ou para qualquer torre de observação da terra-média e implore e façam suas magias para que a coloquem no ar no Brasil o mais rápido possível. A série precisa de mais divulgação por aqui. Então façamos nossa parte!

Para quem não puder acompanhar de maneira nenhuma, fica a dica de ler pelo menos o primeiro livro da saga “Sword of Truth”, na qual a série foi inspirada, escrita por Terry GoodKind, sendo o primeiro, “Wizard’s First Rule” (lançado pela Rocco como “A Primeira Regra do Mago”. Infelizmente único publicado até o momento no Brasil). Goodkind escreveu essa saga, composta de 11 livros até agora. Vendeu 25 milhões de exemplares e foi traduzido para 20 idiomas.

Voltando à série, foi adaptada por Sam Raimi com o aval da emissora ABC. Isso mesmo! O criador de Homem-Aranha (o filme)? Sim… quer dizer, não! Não que Homem-Aranha não tenha sido um bom filme… Uma de suas obras memoráveis é o Ultra-Mega-Clássico-Cult-B-de-Terror-Zumbi “Evil Dead – A Morte do Demônio” e suas continuações, além de Hércules – a série, “Xena, a Princesa Guerreira” e também, recentemente, encarregado da adaptação do fantástico MMORPG: World of Warcraft (vulgo WoW) para o cinema (em produção).

Levando em consideração Xena e Hércules… o leitor é levado a concluir:
Então isso ficou “pelego”? Por que deveria então ver a série?

Portanto, resolvi fazer esse review-artigo exaltando alguns detalhes cruciais para quem ainda tem dúvidas e experimentem um pouco da qualidade desse trabalho.

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Resenha do livro: O Grimório Gótico

Konstantinos
Editora Madras

Nesta obra ímpar são desveladas ao leitor as implicações da dualidade do Universo e de seus opostos complementares.

A magia da noite é apresentada às crenças das trevas sem aquele freqüente clima de mistério excessivo que tende a esconder ou suprimir a verdade. Os mistérios noturnos são apresentados de forma direta, a forma como a magia se manifesta através do éter da noite é mostrada sem rodeios e muitas das mistificações criadas durante éons são desfeitas pelo autor, o qual se dispõe a discorrer sobre a magia noturna de maneira precisa e direta e cumpre bem com seu objetivo. Continue reading

Resenha do livro: Grimório para o Aprendiz de Feiticeiro

Magia para o dia-a-dia Oberon Zell – Ravenheart

O livro pode assustar a princípio, pelo número de páginas, no total são 720, mas ao sentar e começar a ler o livro, quando me dei conta, já havia devorado 28 páginas. Essa resenha, com os principais tópicos abordados nesse grimório, servirá perfeitamente para os que estiverem na dúvida sobre qual livro comprar para orientação na jornada à feitiçaria com um ótimo livro de cabeceira.

Etapa a etapa, o autor, Oberon Zell-Ravenheart, feiticeiro com décadas de experiência, parte da Grey School of Wizardry (Escola Cinzenta de Feitiçaria), traz esse livro, dividido em cursos e aulas, que tem como objetivo principal auxiliar o estudo de um aprendiz de feiticeiro por 7 anos. É possível optar por fazer uma leitura-estudo linear, para aprender do zero, ou para aqueles que já têm um nível iniciante/médio e queiram ter um livro para poder consultar as tabelas de plantas, substâncias, bestiários, além das dicas diversas.

Entre os exemplos citados estão personagens e criaturas de ficção, como Harry Potter ou O Senhor dos Anéis, porém são utilizados para retratar apenas conhecimentos e magos reais. Colocando esses personagens, acaba por ligar a magia real com o nosso imaginário cultural, tanto de livros quanto de filmes.

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Resenha do livro: Bruxaria Noturna

Magia depois que o sol se põe – Editora Madras

Konstantinos

Esse livro sobre bruxaria de Konstantinos é um ótimo livro para iniciantes. Logo no começo, já temos a demonstração da visão de bem e mal do autor e algumas considerações sobre a magia lunar (ou bruxaria noturna).

Konstantinos explica o significado e a importância das 13 luas cheias e 13 luas novas do ano e dos 8 sabás: Samhain, Yule (Solstício de Inverno), Candlemas (Imbolc), Ostara, Beltane (Solstício de Verão), Lammas (Lughnassad), Mabon.

Ensina o leitor iniciante a montar um altar noturno e o conceito do ritual em si, além de uma invocação, comentar sobre o papel dos mitos e discorrer sobre formas divinas.

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