Essa resenha pode conter spoilers do primeiro livro da série “As lendas de Yelena Zaltana” ― leia a resenha do primeiro livro aqui.
Seguindo sempre seus instintos, aventurando-se até mesmo quando todos os riscos possíveis estão à sua frente, a tenaz Yelena não desiste de seus objetivos. Nunca. E é essa a personagem de que aprendemos a gostar no primeiro livro que se mostra ainda mais ousada neste segundo livro da série.
Neste segundo livro da série, Yelena está em Sitia, vai se reencontrar com a família da qual fora separada quando criança… mas não pensem que tudo são flores: as aventuras de Yelena não cessam e, em Estudos sobre Magia ela aprende muito mais coisa além da Magia em si.
“Yelena, as aparências podem enganar. Procure com a mente, e não com seus sentidos. (…) O fato de a mente de uma pessoa ser receptiva a sua sondagem não significa que você tenha permissão para mergulhar nos seus pensamentos mais profundos. Isso é contra o nosso Código de Ética.”
“Eu esperava jamais ter de tirar outra vida, mas, se pretendia sair com vida daquela confusão, não podia me dar ao luxo de ter compaixão.”
Logo que a Galera Record lançou “Insaciável”, confesso que fiquei, ao mesmo tempo atraída pela idéia do livro, mas com um pouco de pé atrás. Acalmem-se! Sim, estou fazendo essa resenha para recomendar a leitura do livro, mas antes vou comentar sobre detalhes que podem atrair alguns leitores e afastar outros.
Em primeiro lugar, existem meio que duas vertentes de público bem distintas em relação à Meg Cabot ― os que adoram (e, sem preconceitos, mas convenhamos que é verdade, composto em sua grande maioria de mulheres) ― e os que torcem o nariz à mera menção do nome da autora.
Pois bem… quando li o primeiro capítulo disponibilizado pela Galera, achei interessante a premissa de Meena ser uma humana que conseguia ver quando as pessoas iam morrer. E todas as considerações que Meg faz sobre isso são bem autênticas; eu mesma já vi amigos sofrerem, como se fossem alienígenas, por isso de saberem que algo vai acontecer e a pessoa avisada fica horrorizada, em vez de ficar grata pelo aviso, mas… estou me adiantando.
Antes de falar sobre os motivos pelos quais acabei adorando ler “Insaciável”, vou comentar ainda sobre o que pode atrair/afastar os leitores do livro.
Em primeiro lugar, o título, rs. Já vi alguns comentários na Internet dizendo que o título nos remete a lembranças de livros e filmes pornôs. Haha E a Galera caprichou tanto na capa, hehe, que o próprio livro é tão gostoso ao toque que chega a parecer um objeto de desejo sexual, rs. Sim, a capa é emborrachada, então a sensação que a gente tem ao ficar “alisando” o livro é de que estamos passando a mão por uma superfície aveludada e… O.k., o livro tem uma capa bonita e “gostosa”, um título chamativo… mas, e a história?
Da queda dos anjos ao crepúsculo do mundo – Edição Especial (com extras e capa dura)
Introdução:
“A Batalha do Apocalipse” é um livro épico. Não restam dúvidas quanto a isso. Porém, ao contrário do que muitas resenhas anteriores mencionaram, não podemos compará-lo ao clássico “Senhor dos Anéis” de J.R.R. Tolkien por diversos motivos e vou citar apenas alguns: Tolkien criou um universo inteiro, não apenas uma história com seres já existentes em outras mitologias, porém, também criou seres novos, além de adicionar seu toque a cada linha escrita, a cada personagem, a cada detalhe de sua grandiosa obra.
Embora eu tenha acabado de fazer uma “comparação” com “O Senhor dos Anéis”, eu fiz isso já me perguntando: por que tudo tem de ser comparado com Tolkien? Nem tudo precisa ser comparado com Tolkien, Bram Stoker ou Shakespeare. Especialmente obras contemporâneas, cujas temáticas e abordagens tendem a ser ligadas aos problemas contemporâneos e acabam tendo pouco ou nada em comum com os clássicos.
Dito isso, não com o intuito de desmerecer o livro de Eduardo Spohr, posso dizer que sim, ele é épico, mas em outro sentido. Além de alternar entre flashbacks e situações atuais, colocando o Sétimo Dia da Criação como a Era até o momento que estamos vivenciando, podemos situar a obra no limiar entre a fantasia urbana e uma versão do autor de um tema da mitologia cristã. Além disso, outros elementos de outras mitologias estão intrinsecamente ligados e presentes, não deixando a obra com um caráter religioso e nem como uma continuação das pregações da Bíblia; pelo contrário, servindo-se da base principal da mitologia cristã, o autor ainda inclui a existência de seres de outras mitologias, como os próprios anjos reconhecem suas existências e acabam se ligando, seja fortuita ou planejadamente, nesta grande Batalha do Apocalipse.
Já que estamos lidando com um livro, em si, épico, precisamos apontar pontos que não foram citados pelo autor (na parte em que ele mesmo se refere ao que lhe influenciou), mas, como diria Umberto Eco, aquela terceira versão… a do leitor. E é sob a óptica de leitora e com o conhecimento que tenho de outras obras e da mitologia usada como fundamento no livro (além de elementos históricos e mitologias não cristãs), que passarei a fazer o que chamo de Tratado, e não apenas uma resenha, dividido em partes:
Queríamos resenhar alguma obra nacional e que tratasse os vampiros com o merecido respeito. Depois de procurar bastante, deparei-me com este, que inicia a saga “Alma e Sangue”.
Alguns podem se perguntar: mas por que o Alonso é quem está fazendo a resenha? “O Despertar do Vampiro” não é uma ficção romântica?
Sim, e esse é justamente o principal motivo. Não tive e nem tenho o costume de ler muitas histórias românticas. Queria exprimir justamente uma visão de uma pessoa que não tem esse background, que curte suspense, conspiração, drama, fantasia, ficção científica, livros épicos e históricos. Seria bem interessante – na verdade, um bom desafio – para quebrar alguns preconceitos que algumas pessoas possam ter com determinadas histórias logo de cara só pelo fato de terem algum romance envolvido (e isso vale para todos os tipos de mídias). Não estou falando que agora vou ler “Melancia”, mas acho que deixei claro o meu objetivo, não?
Antes de mais nada, se você não leu nossa resenha. Leia. Não tem spoilers.
Então, essa promoção se inicia hoje e será encerrada no dia 21/12/2010, que é Yule, Solstício de Verão, no Brasil (e em todo o Hemisfério Sul) e Solstício de Inverno no Hemisfério Norte. Para saber mais sobre Yule, clique aqui.
A data ainda por cima é bem cabalística, pois temos a soma numerológica 21 = 2 + 1 = 3 / 12 = 1 + 2 = 3 / 2010 = 2 + 0 + 1 + 0 = 3. Soma total = 3 + 3 + 3 = 9.
Se quiser saber mais significados sobre o número nove, veja esse artigo e esse também.
Ou seja, é uma data perfeita, mas não deixem para o último dia, pois o que valerá é a criatividade…
Já tivemos a promoção-relâmpago, em que fizemos uma pergunta simples, mas, como aqui você ganhará um exemplar DO LIVRO AUTOGRAFADO pela autora HELENA GOMES, E NÃO UMA AMOSTRA, teremos de ser um pouco mais exigentes : P Você poderá escolher como participar:
Um desenho de um lobisomem (pintura, arte digital etc) feito por você.
Uma frase que defina o que o lobisomem significa para você e/ou motivo pelo qual você gostaria de ganhar este livro, ou o que você acha dos lupinos, de sua origem, se eles são bons ou maus, etc.
Um video em que você se fantasia de lobisomem (ou werewoman) (se tiver coragem, lol) ou conta alguma história de lobisomem que algum parente já lhe contou na infância ou algo interessante, que não ultrapasse 9 minutos de gravação.
E O QUE O LANCE CABALÍSTICO E A QUESTÃO SORTE TERÁ A VER COM TUDO ISSO
SE A CRIATIVIDADE ESTARÁ EM JOGO? Às 21h do dia 21 de dezembro selecionaremos os 3 melhores,
um de cada possibilidade de participação
e sortearemos o ganhador dentre eles!
E, como temos no livro também o lance do RPG, que joguemos os dados! =D
Outras regras:
Caso envie desenhos ou vídeos seus, por favor não envie em link encurtado. Não temos como assegurar a confiabilidade do link.
Só serão aceitos comentários com o nome completo do participante no campo respectivo e também o e-mail para contato (ao qual só a equipe aqui do site terá acesso). Aconselhamos, caso não dê para conferir o e-mail no dia da escolha, somente o twitter, colocar também o link para sua conta do twitter (http://www.twitter.com/ NOMEDOUSUARIO, assim podemos achar o ganhador mais rápido).
O ganhador terá de responder ao e-mail que enviarmos avisando-o sobre o resultado com o endereço completo para a entrega. Caso tenha colocado o link do perfil no twitter, avisaremos também por uma direct message. Caso o ganhador não responda às mensagens até a meia-noite do dia segunte (22 de dezembro), escolheremos outro ganhador.
Os participantes devem ser residentes do Brasil.
Caso sejam frases, o máximo será de 500 caracteres com espaços. Caso seja maior que isso, o ideal é fazer um vídeo contando o “causo” hehehe Você pode participar de mais de uma modalidade do concurso. Se quiser enviar um desenho, um vídeo e uma frase. Enviem, mas devem ser em posts separados.
Os primeiros seis melhores são (não está por ordem de melhor ou pior):
Dany Welch http://twitpic.com/3fr7u3
Rachel Blanco http://twitpic.com/3g04rw
Bárbara Morais http://twitpic.com/3gaoq4
Mandy Porto http://img258.imageshack.us/img258/2200/werepngcpia.jpg
“Sangue de Lobo” é um livro que me prendeu de forma tal que concluí a leitura de suas 518 páginas em menos de 48 horas. Com pausas para trabalhar, comer, etc., lógico, mas foi uma das leituras mais rápidas para mim nos últimos tempos. Não dá vontade de se separar do livro, o clima de mistério, misto de suspense, mistério, sobrenatural, e, por que não?, romance, perseguição, assassinatos e outras coisas sombrias parece uma rede que não deixa o leitor distraído em momento algum, fazendo com que tenhamos vários momentos em que nos perguntamos: quem está por trás disso?
A história começa com um grupo de amigos jogando RPG em Santos. No início, descobre-se que a história que está sendo jogada tem o mesmo plot de um manuscrito esquecido em um museu em Passa Quatro, em Minas Gerais. E as histórias começam a entrecruzar-se, a do passado, a que envolve o lobo do título, muito sangue, mistério, horríveis bonecas que estão ligadas a também terríveis assassinatos, tudo isso em uma trama em que tanto os subplots convergem quanto os próprios personagens, em uma história bem amarrada que convence, por ser, bem, muito bem feita, bem escrita e contendo muitas informações sobre licantropia (e até mesmo lendas de fadas), sem que pareça um livro didático, com aquela explicação que não se encaixa no contexto. Em Sangue de Lobo, isso não é forçado. Tem lógica, é bem inserido, especialmente porque Hector é um pesquisador de folclore (e tem seus motivos) e um escritor.
A cada sete anos a Rainha das Fadas tem de pagar tributo aos infernos, entregando um ser humano.
Se você ainda não conhece a série, não deixe de vê-la “a qualquer custo”. Envie e-mails para a Warner, para a AXN ou para qualquer torre de observação da terra-média e implore e façam suas magias para que a coloquem no ar no Brasil o mais rápido possível. A série precisa de mais divulgação por aqui. Então façamos nossa parte!
Para quem não puder acompanhar de maneira nenhuma, fica a dica de ler pelo menos o primeiro livro da saga “Sword of Truth”, na qual a série foi inspirada, escrita por Terry GoodKind, sendo o primeiro, “Wizard’s First Rule” (lançado pela Rocco como “A Primeira Regra do Mago”. Infelizmente único publicado até o momento no Brasil). Goodkind escreveu essa saga, composta de 11 livros até agora. Vendeu 25 milhões de exemplares e foi traduzido para 20 idiomas.
Voltando à série, foi adaptada por Sam Raimi com o aval da emissora ABC. Isso mesmo! O criador de Homem-Aranha (o filme)? Sim… quer dizer, não! Não que Homem-Aranha não tenha sido um bom filme… Uma de suas obras memoráveis é o Ultra-Mega-Clássico-Cult-B-de-Terror-Zumbi “Evil Dead – A Morte do Demônio” e suas continuações, além de Hércules – a série, “Xena, a Princesa Guerreira” e também, recentemente, encarregado da adaptação do fantástico MMORPG: World of Warcraft (vulgo WoW) para o cinema (em produção).
Levando em consideração Xena e Hércules… o leitor é levado a concluir: Então isso ficou “pelego”? Por que deveria então ver a série?
Portanto, resolvi fazer esse review-artigo exaltando alguns detalhes cruciais para quem ainda tem dúvidas e experimentem um pouco da qualidade desse trabalho.
O Top 10 está de volta. Resolvi fazer uma lista com um Top 10 de livros de vampiros, sejam romances ou fonte de informações, com alguns comentários. Atendendo a pedidos, estamos colocando mais livros, conforme lemos e recebemos para resenha ou compramos. Vamos manter os itens que saíram da lista (mesmo que temporariamente) como dica para o pessoal. Colocaremos a partir de agora, as sagas e trilogias em um único item para caber mais livros (além de um livro ser sempre necessário para o seguinte, portanto é desnecessário colocarmos três itens só para Anne Rice, por exemplo). Aqui vai:
1. As Crônicas Vampirescas (The Vampire Chronicles) – Anne Rice
Livro 1 – Entrevista com o Vampiro
As “Crônicas Vampirescas” era para ser uma trilogia e acabou rendendo 10 livros. Este teve uma excelente adaptação para o cinema (Vide Top 10 filmes de vampiros), embora a história tenha sido alterada para a versão cinematográfica, em 1994. O conflito básico de Louis está presente tanto no livro como no filme, mas os motivos de sua transformação, entre outras coisas, tem uma diferente base. Se puderem achar a excelente tradução de Clarice Lispector, recomendo altamente. Só tem a versão importada daquelas mais simples no submarino. Em português, vale a pena conferir a tradução da Clarice Linspector. Encontramos exemplares nessas livrarias
Evil is a point of view. God kills indiscriminately, and so shall we. For no creatures under God are as we are; none so like him as ourselves. (Lestat – no filme homônimo)
Escrito em 1973 e publicado em 1976, o romance já é um clássico. Apresenta o enigmático e complexo vampiro Lestat, cuja personalidade e cujos motivos serão abordados de forma mais profunda na obra seguinte, “O Vampiro Lestat”, cuja leitura também recomendo.
Locked together in hatred. I can hate Lestat. But I can’t hate you, Louis. Louis, my love, I was mortal until you gave me your immortal kiss. You became my mother and my father, and so I’m yours forever. But now it’s time to end it, Louis. Now it’s time to leave him. (Claudia – no filme homônimo)
O mundo sombrio de seres sobrenaturais que assombram, perseguem e devoram – Editora Madras
Jonathan Maberry, vencedor de diversos Bram Stoker Awards (saiba mais – em inglês) por obras de ficção e também não ficção. Alguns dos exemplos incluem Dead Man’s Song (2007), Bad Moon Rising (2008) e também Patient Zero.
Ele também trabalha como escritor freelancer para histórias em quadrinhos como, por exemplo, O Pantera Negra e vários outros projetos como o Wolverine: Ghosts (2009), Spider-Man, O Justiceiro e outros.
Tamanha experiência teve sua convergência no livro Universo dos Vampiros, muito além do que o nome sugere, apresenta tanto os vampiros em todas suas formas e tipos, quanto diferentes espécies de lobisomens, fantasmas vingativos, homens bestiais e outras criaturas sobrenaturais. Os verbetes, muito ricos em conteúdo, procuram apresentar informações de fontes raras e mais antigas do que aquelas usadas na maioria dos livros disponíveis no mercado, trazendo àqueles interessados nestas criaturas novas informações sobre as quais podem refletir. Continue reading →