

Primeiro vou fazer um breve relato da “saga” até eu finalmente conseguir ver esse filme em IMAX 3D… e ela começa com “Os Deuses Asgardianos me Odeiam, Eu Sou um Urso Polar e Vou Hibernar…”

Era assim que eu me sentia a cada dia em que tentava, em vão, pelo esgotamento dos ingressos, pela bagunça nas bilheterias, porque online só com cartão de crédito e se você imprimir, enfim…, com uma única sala passando em IMAX 3D um filme que, em 19 dias de exibição arrecadou mais de 1 Bilhão de Dólares, só me pergunto por que tão pouco investimento em salas IMAX 3D no Brasil… mas… aí eu também teria que reclamar da imensidão sufocante de opções dubladas e… prefiro ir direto ao ponto…
Eis que, em um belo dia, eu decidi: eu só vou. Fui direto pro shopping e não voltei pra casa até ter visto o filme. Claro que IMAX 3D seria a primeira opção, e eu não desistiria antes de tentar, mas eu não voltaria para casa nem que visse em 2D, menos dublado, claro.

Fui vestindo minhas roupas como me preparando para uma batalha, rs. Coloquei a minha camiseta que faria uma homenagem indireta ao Tony Stark, já que eu não tinha aquelas com as frases do filme como “No offense, but, I don’t play well with others”, e usei a da Linux Mall, com os dizeres “I’m not anti-social, I’m just not user-friendly” (que eu “roubei” do Alonso, lol, mas ele rouba as minhas e não vamos lavar roupa suja em público, rs).
Pra fechar, coloquei o meu Mjölnir de estanho, que mandei fazer faz um bom tempo e que sobrevive até hoje, pois, valorosa como Thor, eu ia ver esse filme! E consegui!



Recebemos esse livro já faz um tempinho para análise e resenha, mas embora já tenhamos lido alguns arcos de quase todos os citados no livro, quisemos esperar para assistir a todas as novas adaptações dos personagens.


Sempre gostei de mitologias. Desde a escola ficava animado quando os meus professores citavam alguma coisa ou outra bem vaga. Imprimia sempre que podia algumas curiosidades que encontrava na Internet, na era “pré-gifs”, onde sequer esbarrava em imagens muito detalhadas e diversificadas. Colecionava artigos de revistas, entre outras coisas. Meus pais não valorizavam muito a leitura, então não pude ler quadrinhos, nem comprar livros, tanto quanto gostaria, mas estou correndo atrás do tempo perdido e já comprei alguns livros especializados.
Sim! Mutantes e com Orgulho! Nada mais certo… Quando fui assistir a X-Men: Primeira Classe (First Class – XMFC), fui ver o filme totalmente sem expectativas demais já que a trilogia original foi, infelizmente, não tão potente quanto poderia ter sido, eu não esperava que fosse um filme excelente. Claro que nem me dei ao trabalho de ver Wolverine: Origens. O Alonso assistiu ao filme e disse que era bem fraca a trama. Recusei-me a ver o filme porque… no meu mundo ideal, ele não existe.


Verdade, Justiça e o Caminho socrático
# Ainda no episódio “The Grasshopper Experiment” (8º da primeira temporada), depois que a Penny transforma a Virgin Cuba Libre de Sheldon em uma Slutty Cuba Libre (um trocadilho em inglês com uma virgem versus uma “safadinha”), ele começa a cantar e tocar no piano da Cheesecake Factory a música “To Life” do musical, adaptado para filme: “Fiddler On The Roof” (aliás, seja devido à experiência em teatro, aulas de canto ou talento natural, palmas para Jim Parsons nesta cena, mais uma vez!)
