Rastreando Distopias #1: Subgênero – Distopia Off-World

Parece fácil, mas não é, classificar distopias, especialmente seus subgêneros. A distopia off-world, a princípio, abrange distopias que se passam no espaço, mas podem também cobrir as que envolvem Terra e espaço.

Nessas histórias, a exploração do universo feita pelos Humanos não se tornou a aventura feliz que todo mundo esperava (a chamada utopia).

Colonização de outros planetas é sinônimo de alta industrialização e guerras interestelares, sejam entre a Terra e os outros planetas, e/ou civilizações distantes entre si, o que também pode (e geralmente leva a assassinatos em massa e é “desumano” (isso sempre me faz lembrar do Spock, meio-humano, meio-vulcano, dessa “mania” nossa de chamar tudo que é “belo” em termos de comportamento de “humano”…) e, para quem viu “O Quinto Elemento”, não quero e não vou contar spoilers aqui, mas haverá de se lembrar de uma coisa bem feia dos humanos… e não só isso. O comportamento humano é feio, muito feio, e não só na ficção. Mas voltemos à ficção.

Lembrei-me do projeto Genesis apresentado no filme A Ira de Khan da franquia Star Trek.

Geralmente esses assassinatos em massa, muitas vezes, massacres de civilizações inteiras, ocorrem com armas altamente mecanizadas. As distopias off-world têm um pouco (para não dizer muito) de relação direta, sendo primas, podemos dizer assim, das distopias cyberpunk, ou pelo menos tendem a “pegar emprestado” algumas de suas características. Mas também podem tomar emprestado características de outros subgêneros, como das distopias-crime, por exemplo, sendo um subgênero bem heterogêneo, mas não somos acadêmicos aqui. Aqui, vamos nos ater, até mesmo por ser este um artigo de apresentação, introdutório, aos pontos básicos.

Vamos lá?

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Coluna: Eu Desisto! – Terra Nova

Eu tinha pensado em mil coisas para inaugurar essa coluna… coisas que me irritaram profundamente, que eu amava e ― infelizmente ― ficaram péssimas… porém, surpreendentemente, algo conseguiu me deixar tão 1. Entediada, 2. Irritada 3. Indignada… os adjetivos são tantos que vou usá-los no corpo do texto… quanto Terra Nova.

O episódio foi liberado em alta qualidade, gratuitamente, na iTunes Store Americana. Não tinha muitas esperanças de que a série fosse ficar boa, principalmente pelo trailer liberado, mas acabei dando uma chance, afinal até gosto de me surpreender no bom sentido, esperando que uma série seja um lixo e, ainda bem, ela é boa. Não foi o caso de Terra Nova.

Como eu sei que esse tipo de coluna gera comentários enfurecidos daqueles que amaram o que está sendo criticado, só vou dar um aviso: comentários nos ofendendo nem serão aceitos. Não estou criticando os fãs da série, e sim a série.

Dito isso, o episódio de quase uma (longa) hora e meia foi difícil de engolir, como o banner dessa coluna diz: tentamos, tentamos, mas…

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Resenha do livro: A Batalha do Apocalipse – Eduardo Spohr

Da queda dos anjos ao crepúsculo do mundo – Edição Especial (com extras e capa dura)

Introdução:

“A Batalha do Apocalipse” é um livro épico. Não restam dúvidas quanto a isso. Porém, ao contrário do que muitas resenhas anteriores mencionaram, não podemos compará-lo ao clássico “Senhor dos Anéis” de J.R.R. Tolkien por diversos motivos e vou citar apenas alguns: Tolkien criou um universo inteiro, não apenas uma história com seres já existentes em outras mitologias, porém, também criou seres novos, além de adicionar seu toque a cada linha escrita, a cada personagem, a cada detalhe de sua grandiosa obra.

Embora eu tenha acabado de fazer uma “comparação” com “O Senhor dos Anéis”, eu fiz isso já me perguntando: por que tudo tem de ser comparado com Tolkien? Nem tudo precisa ser comparado com Tolkien, Bram Stoker ou Shakespeare. Especialmente obras contemporâneas, cujas temáticas e abordagens tendem a ser ligadas aos problemas contemporâneos e acabam tendo pouco ou nada em comum com os clássicos.

Dito isso, não com o intuito de desmerecer o livro de Eduardo Spohr, posso dizer que sim, ele é épico, mas em outro sentido. Além de alternar entre flashbacks e situações atuais, colocando o Sétimo Dia da Criação como a Era até o momento que estamos vivenciando, podemos situar a obra no limiar entre a fantasia urbana e uma versão do autor de um tema da mitologia cristã. Além disso, outros elementos de outras mitologias estão intrinsecamente ligados e presentes, não deixando a obra com um caráter religioso e nem como uma continuação das pregações da Bíblia; pelo contrário, servindo-se da base principal da mitologia cristã, o autor ainda inclui a existência de seres de outras mitologias, como os próprios anjos reconhecem suas existências e acabam se ligando, seja fortuita ou planejadamente, nesta grande Batalha do Apocalipse.

Já que estamos lidando com um livro, em si, épico, precisamos apontar pontos que não foram citados pelo autor (na parte em que ele mesmo se refere ao que lhe influenciou), mas, como diria Umberto Eco, aquela terceira versão… a do leitor. E é sob a óptica de leitora e com o conhecimento que tenho de outras obras e da mitologia usada como fundamento no livro (além de elementos históricos e mitologias não cristãs), que passarei a fazer o que chamo de Tratado, e não apenas uma resenha, dividido em partes:

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Review e Curiosidades sobre Caprica (spin-off de Battlestar Galactica)

Com 6 meses sem a série, logo que ela começa a chegar em um auge, os fãs não devem estar muito felizes. Uma sugestão, nesse meio tempo, é rever Battlestar Galactica… Falando nisso, quem ainda não leu, tem aqui umas curiosidades sobre BSG que não contam spoilers. Para quem ainda não viu Battlestar Galactica, é bom aproveitar esse tempo para correr atrás e ver as 4 temporadas até a volta de Caprica.

O piloto chamou muito a atenção. Atiçou a curiosidade oferecendo a maçã do conhecimento, como o promo sugere. Logo após o piloto, dois ou três episódios foram meio lentos, mas no quarto as coisas começaram a seguir um crescendo que não parou até este intervalo, programado para voltar somente em setembro deste ano.

A partir daqui, para quem não viu a série nem BSG, sugiro que pare a leitura, pois virão poucos, mas alguns inevitáveis spoilers. Se não se importa com alguns spoilers e viu BSG, pode continuar lendo. O aviso foi dado.

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Nerdaissance – O Renascimento Nerd

Nesta primeira década do segundo milênio, vimos diversos filmes serem adaptados de HQs, vimos também a retomada de temas nerd no cinema.

Com o reboot feito por J. J. Abrams de “Star Trek”, temos de volta uma das séries mais cultuadas e de importância tecnológica de todos os tempos. O lançamento deste novo filme, o décimo-primeiro da franquia, abriu as portas para uma nova onda de fãs, trazendo consigo o relançamento em DVD e Bluray das séries anteriores, desde a série clássica (TOS), até o relançamento dos 10 filmes anteriores da franquia.

O lema era: “Esta não é a Jornada nas Estrelas de seus avós.” Se para alguns fãs mais radicais, isso soaria como ofensa, para quem analisar mais a fundo, dá para perceber o que seria uma forma de Nerdaissance.

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Curiosidades e letra da música All Along the Watchtower

“All Along the Watchtower” é uma música escrita e gravada pelo cantor/compositor Bob Dylan. Apareceu pela primeira vez em seu álbum ‘John Wesley Harding’. Outros artistas gravaram a canção em diferentes gêneros, mais notavelmente Jimi Hendrix. Há muitas especulações sobre de que se trata, na verdade, a letra.

A versão de Hendrix foi apresentada nos filmes: “Withnail and I”, “Rush”, “Land of the Lost” (sem o vocal de Hendrix), “Private Parts”, “Forrest Gump”, “A Bronx Tale”, “Vegas Vacation”, “Tupac: Resurrection”, o remake de 2001 de “Brian’s Song” e “Watchmen” (entre outros) e também em séries de televisão como “The Simpsons”, nos episódios “Mother Simpson” e “My Mother the Carjacker”. A série do History Channel, “Ax Men” usa uma parte da canção em seus créditos de abertura. A canção também foi mencionda por Fox Mulder no episódio da primeira temporada de “X-Files”, “Beyond the Sea”.

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Katee Sackhoff (Starbuck) fala sobre sua participação em The Big Bang Theory

O episódio do dia 23 de novembro (exibição pela CBS nos EUA) da série The Big Bang Theory tem como destaque Howard Wolowitz (Simon Helberg) faz um brinde em uma banheira com a atriz Katee Sackhoff, que é conhecida pelo papel como Kara “Starbuck” Thrace na série Battlestar Galactica.

A participação dela é a mais nova dentre vários convidados em TBBT, a audiência aumentou mais de 40% na terceira temporada. The Big Bang Theory já atrai perto de 14 milhões de telespectadores por episódio e é uma das séries mais assistidas entre os adultos.

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Curiosidades sobre Battlestar Galactica (2003)

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Ao som de David Bowie, “Space Oddity”, resolvi redigir um artigo sobre curiosidades sobre a série atual “Battlestar Galactica”, recém finalizada, enquanto os fãs esperam a chegada de “Caprica”. Acabei de ver um episódio da série, um dos melhores e, como quase sempre, isso me inspirou a redigir mais um artigo para vocês… Vamos às curiosidades…

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# Os únicos personagens mantidos da série original (de 1978) são: Adama, Starbuck, Apollo, Boomer, Tigh, Baltar e (apenas na mini-série e em uma breve aparição em um episódio, posteriormente) Boxey.

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