Resenha do livro: Os homens que não amavam as mulheres – Stieg Larsson

Bom, vou começar a minha resenha deste primeiro livro da trilogia Millennium falando sobre como não tive interesse de lê-lo a princípio, e, depois, como ele me cativou.

No ano passado, ouvi muito falar de um “tal” filme sueco chamado “Man som hatar kvinnor” (o nome original em sueco ― depois falo sobre isso) e fiquei com os dois pés atrás de vê-lo porque tem algo que odeio (e quem gosta? Só se for um ser sinistro e repulsivo): estupro.

Bom, enrolei, enrolei, enrolei… Mas num belo dia fui convencida a ver porque a Bárbara do NUPE disse que o filme não era só sobre isso… e não é mesmo! Mas não se iludam, não é só sobre estupro, mas sobre ódio de homens por mulheres, o que acontece na Suécia, sim, mas que também acontece em outras partes do mundo, então seria muita ingenuidade achar que é um problema só deles… Também será publicado aqui outro artigo sobre os filmes sueco e americano, então aqui vou me concentrar no livro em si.

O livro é muito mais do que um livro sobre estupro, embora Stieg tenha escrito a trilogia numa forma de “redenção” por não ter ajudado uma garota que fora estuprada. Ele também era jornalista, assim como o personagem principal, Mikael, então podemos especular que a trilogia “Millennium” seja um “What if…?” do que poderia ter acontecido se tivesse ajudado a garota. Stieg Larsson era editor-chefe da revista Expo e um líder-especialista no tocante a extremistas antidemocráticos de extrema direita e organizações nazistas. Morreu em 2004, logo após entregar para publicação os manuscritos dos três livros que compõem a trilogia “Millennium”. Mas a história é bem mais complexa do que aparenta o primeiro volume.

Vamos lá?

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Resenha do livro: Festa no Covil e Entrevista com o autor Juan Pablo Villalobos

Esse “livrinho”, com pouco mais de 90 páginas, não só me cativou, como me fez lê-lo “de uma sentada só”, como dizem por aí.

Quando li a sinopse e o primeiro capítulo, já vi que desejaria muito ler esse livro. O clima me lembrou muito filmes como Machete, Mercenários, a 3a temporada de 24 Horas, e muitos filmes sobre narcotráfico que envolvem especialmente mexicanos dos anos de 1990, claro. Mas o diferencial desse livro é único, e não é o sarcasmo e nem o humor negro: é a narração do ponto de vista de uma criança!

Resolvi fazer essa resenha alguns dias depois de ler o livro para me distanciar um pouco do efeito “uau” que senti logo depois da leitura. Continuo dando nota máxima para o livro, mas me recordei de algumas coisas interessantes.

Uma amiga minha, na maior inocência, deixou passando o filme “O Corvo” enquanto a filha de 3 anos (muito inteligente, mas, ainda assim, uma criança bem novinha) estava na sala com a gente, logo, vendo o filme… Depois de um tempinho, a menina veio até mim perguntar “Por que, se o cara lá é do bem, ela mata um monte de gente?” (referindo-se ao Eric Draven), e eu expliquei a ela, dando vários exemplos do próprio filme ― foi complicado, viu! ― que as coisas não são exatamente “preto-no-branco” e que existem os tons de cinza e nem tudo se divide entre “bondade” e “maldade”. Claro que expliquei em termos menos acadêmicos e mais adequados ao entendimento dela e deu certo. Mas, de modo geral, o pensamento de uma criança é sim desse jeito: bem e mal, sem as escalas de cinza que vamos aprendendo a discernir quando vamos crescendo (não apenas em idade e sim também com experiências).

Esse exemplo foi para apresentar a idéia do livro: o filho de um jefe do narcotráfico, um menino que se sente um príncipe solitário e que conhece poucas pessoas, pelo medo que o pai, lógico, de seu “trabalho” atingir o filho… Vemos todo o desenrolar da história da história sob a óptica dele, e seu desejo pelos hipopótamos anões da Libéria, e seu sarcasmo infantil, e as atitudes adultas ― boas, redutoras, péssimas, necessárias, tudo o que forma o mundo como ele é ― tudo isso sob esse prima do menino e, entre sorrisos e gargalhadas mesclados com aquela pontada de dor no coração toda vez em que somos lembrados de que a narrativa é feita por uma criança e aquilo dá uma certa dor…

Detalhe do relevinho aveludado da parte preta da capa:

“Aliás, os hipopótamos anões da Libéria são máquinas silenciosas de devorar mato. O nome disso é ser herbívoro, um comedor de ervas.”

Eu ia entremear essa resenha com as citações {já adianto que selecionei mais de 100… mas não é justo com vocês, heheh, seria roubar a surpresa geral colocar tudo, então vou me limitar a umas 10, o.k.?}, mas vou colocar abaixo de tudo a amostra do primeiro capítulo e entremear as citações com a entrevista com o próprio autor, vamos lá?

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Resenha do livro: A Maldição da Pedra – Cornelia Funke

Gosta de contos de fadas? Mas não daqueles com finais felizes… e sim dos que voltam às origens do gênero, sombrios, tétricos… se esse tipo de leitura não agrada você, bem, mesmo assim tente ler minha resenha até o fim, vai que consigo convencê-lo a dar uma chance para esse livro?

“A maldição da pedra” é um livro, no mínimo, peculiar. É estranho… fiquei buscando na minha memória para ver com o que se assemelhava o livro e me lembrei que o tom de frieza da história não é tão incomum… já li alguns livros de escritores alemães, e percebi esse tom de frieza n’alguns livros alemães. Mas, hey!, não achem que não gostei do livro. Eu gostei, mas ele tem essa estranheza que, a princípio, nos deixa um pouco distanciados dos personagens… no final, a personagem com quem mais simpatizei foi Fux, a garota-raposa.

Os capítulos curtos (cheios de ilustrações belíssimas) fazem com que a narrativa flua, e, assim, vamos virando uma página atrás da outra, para ver o que acontece em seguida… a narração em terceira pessoa, entremeada com os pensamentos dos personagens, faz com que ficamos sabendo mais ou menos como eles se sentem em toda aquela situação que é, para dizer o mínimo, bizarra.

E aí eu me lembro da resenha que a Claudia Charão fez lá no blog dela, o Concentrófoba, citando o Bizarro, do Superman. Se o mundo do outro lado do espelho realmente parece uma versão bizarra de nosso mundo, ainda me recordei do rosto do bizarro.

E as referências a contos de fadas não faltam… vamos lá?

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Review do filme: As Aventuras de Tintim – O Segredo do Licorne

Tive meu primeiro contato com Tintim nas tardes da TV. Assistia à animação sem perder nenhum episódio. Cheguei a ver em torno de 3 vezes cada um. Demorei um tempo até descobrir os quadrinhos e começar a lê-los um por um.

Todos têm algum motivo em especial para gostar da criação de Hergé. Tintim é carismático, protetor, um bom amigo. É um jovem repórter que não tem medo de ir atrás dos bandidos e entra de cabeça em conspirações diversas, como tráfico de drogas, roubos e busca por tesouros antigos. Os problemas parecem que seguem Tintim, não importa aonde ele vá. Não adianta, ele sempre precisa descobrir a próxima pista.

O que mais se destaca no trabalho de seu criador é o zelo que ele teve com a escolha dos tons, do traço delicado. Um contorno minúsculo acima do olho e o personagem ganha uma nova expressão de espanto. Como todo bom quadrinista, Hergé conseguiu marcar para sempre seu nome na história das HQs.

Parte dessa fama e a legião de fãs que ela traz é o que torna uma adaptação como essa tão comentada na Internet. Vi muitos sites comentando que nunca chegariam aos pés do traço de Hergé, mas se esquecem que essa é outra mídia. Na verdade achei até que os criados do filme foram conservadores demais. Vamos falar nesse artigo então, quais foram os pontos mais altos do filme e quais foram as bolas foras também.

A convite da Companhia das Letras, fui assistir à sessão em 3D da sala IMAX do Shopping Bourbon de São Paulo. Nunca tinha ido lá. Fiquei surpreso, pois ver um filme em IMAX é muito envolvente (veja mais detalhes aqui), pois a dimensão extra ajuda bastante na imersão do espectador na ação do filme. Não se esqueçam de dizer nos comentários se já tiveram a oportunidade de assistir ao filme (ou se pretendem ir vê-lo).

Agora faremos uma pequena review do filme fusionada com a nossa coluna “Adaptações”, afinal, alguns filmes não podem ser discutidos sem comentarmos sobre as obras que deram origem a eles. Não se preocupem que tentaremos não entrar no terreno da criatura Spoiler.

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Resenha dos quadrinhos em capa dura: As Aventuras de Tintim – O Segredo do Licorne e O Tesouro de Rackham, O Terrível

Hergé era um artista bem habilidoso. Consegue exprimir emoções nos quadrinhos como ninguém. Ele criou junto com Tintim, em 1929, uma gama de personagens bem convincentes e cada um com seus trejeitos e histórias pessoais. Tintim deixou Hergé marcado para sempre na história e ganhou até um museu inteirinho dedicado a ele em sua terra natal, Bélgica, em 2009.

As histórias têm inspirações em sua vida pessoal, como vocês podem ver aqui, e são protagonizadas pelo jovem repórter Tintim. O mais legal é que as aventuras sempre começavam com uma inocência básica e envolviam o personagem na trama, conforme ele ia desvendando as conspirações e iam colocando-o cada vez mais em perigo e, além disso, sempre mostravam alguma coisa de outras culturas e diversos lugares do mundo, fugindo bastante do comum, principalmente para aquela época, como maldições Incas, o mistério do Homem das Neves, meteorito em alto mar, tesouro de piratas, roubos e até tráfico de drogas.

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Megapromo de Fim de Ano 2011: Kits de livros, quadrinhos, action figure, brindes, etc. até dia 23 de janeiro de 2012

As renas estão todas bêbadas com eggnog… então seremos nós que ajudaremos a entregar os presentes! :-P

Nesse fim de ano, depois do nosso aniversário de 2 anos de blog, passamos de 400 mil visitas. Ganhamos uma hospedagem nova, novas parcerias, novos leitores e muitos amigos, claro. Ficamos bem contentes com a participação de todos, com o entusiasmo e tentamos sempre retribuir da maneira que podemos. Voltamos com uma megapromo, tão grande quanto a anterior. Ainda vamos ter uma montanha de resenhas e, é claro, mais uma promo inteirinha de brindes, marcadores e bottons por volta da virada do ano.

Cada 1 terá uma chance para ganhar cada item escolhido. Os participantes poderão escolher quantos itens quiserem da lista (ou todos, claro) e dizer o motivo porque desejam o item (pode ser breve, mas não muito). Só que, dessa vez, vamos facilitar as regras e acrescentamos uma coisa bem interessante:

Se você escolher mais de 10 itens da lista, terá 3 chances extras para concorrer a um item específico da lista que você mais deseja ganhar!

Aos “promonautas/caça-promoções”, esqueçam, caso seja descoberto que o perfil do ganhador do item seja exclusivamente (ou quase) voltado para promos, ele será desclassificado. Ou seja: mais chances para nossos seguidores que não fazem de promoções uma profissão. Boa sorte, pessoal :-D

Segue a pequena lista de coisas lindas que separamos pra vocês:

  • 1 Action figure da DC – Canário Negro
  • 1 Kit com um livro Morto até o Anoitecer e o chaveiro do livro Filha da Tempestade
  • 1 Capa protetora impermeável para proteger seus livros + 1 bloquinho
  • 2 Marcadores de livro de imã – Darth Vader e outro de Gato fofo
  • 1 Graphic novel do Mestre/Deus Neil Gaiman
  • 2 Graphic novels Guerra 1939-1945
  • 2 HQs de Calvin e Haroldo
  • 2 colares com pingentes de acrílico da casa Stark, de Guerra dos Tronos.
  • E, é claro os livros. Separamos 19 livros pra vocês!

Vamos lá? Não se preocupem que lá embaixo no post terá uma lista para vocês copiarem e colarem os itens nos comentários. Podem ler tranquilamente e selecionar depois os que mais curtirem.

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Desafio Literário 2012 e Sorteio de marcadores de livros e folhetos de amostra entre os comentários (Concluído)

Acho que todos nós, bookaholics, temos aquelas pilhas de livros não lidos em casa. Como eu, Ana, falei nessa coluna no blog da Cinthia, o Fotos&Livros, que os livros vão virando Gremlins e se acumulam e nos assustam e…

E então, uma das minhas sugestões lá foi a de entrarmos em desafios literários. Eu entrei no Desafio Clássico do NUPE e já li até mais do que os 6 livros necessários até agosto do ano que vem (em 4 meses e meio) – ou seja, funciona! (Sei que às vezes não dá, especialmente esses, como o Desafio Literário de 2012, porque é um livro por mês. Mas acho válido tentar, vocês não acham? :])

Para ver informações e detalhes, além de sugestões de leitura (as inscrições acabam agora, no dia 15) as inscrições foram prorrogadas até dia 19 de dezembro e depois voltam as inscrições em janeiro, é só ir ao site oficial.

Minha lista é bem variada, tentei selecionar a maioria das minhas opções dentre os livros que já tenho em casa cuja leitura foi sendo postergada… Os temas para o ano que vem são bem legais, e depois da minha lista, vou comentar um pouco sobre os livros que selecionei (pelo menos sobre alguns deles ^^)

E, porque é fim de ano, e sabemos que vocês amam marcadores e livretos, temos sorteio de alguns aqui nesse post, mas, para isso, vocês precisam ler até o final, com atenção, o.k.? :P

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Resenha do livro: 1984 – George Orwell

Esse livro deveria servir de alerta, mas vira e mexe, as pessoas atentas podem notar com clareza tentativas constantes do governo e de empresas de usar algumas das ideias do livro. Não especificamente do livro, pois o imaginário humano é imenso, mas é fácil de se perceber porque milhares de pessoas veneravam Orwell e o chamavam de profeta já que ele escreveu o livro em 1948, prevendo algumas coisas bem semelhantes que aconteceriam no mundo.

Em primeiro lugar, não vou tentar escrever uma análise profunda sobre o livro. Isso coube aos posfácios presentes no livro, que analisam alguns pontos bem cruciais da trama além de um trecho no livro que analisa como a sociedade acabou chegando àquele ponto na trama.

Em segundo lugar, não posso falar das melhores coisas que há nele, frases estas que nunca mais esquecerei na vida, pois são todas spoilers e isso fugiria muito do estilo que seguimos aqui. Esse livro é bom o suficiente para se escrever um TCC inteiro sobre ele. Fala muito mais do que uma simples história, é um tapa na cara da sociedade e de como o ser humano é frágil e dependente de um sistema que diga a ele o que deve ser feito.

Em terceiro lugar, explicações corriqueiras, ou que possam ser encontradas no próprio posfácio do livro, como divisão de poder, comparativo da história do livro com a história real do nosso mundo e outros detalhezinhos que o pessoal deveria saber, não tratarei aqui, até sobre o que é o “socing” (INGSOC em inglês), deixo para o pessoal pesquisar. Já solto um aviso que é legal o pessoal ler o livro antes de assistir ao filme, a emoção é bem maior na leitura. Aqui abordarei o essencial (e até que ficou bem grande).

Não tenho nada contra as resenhas que explicam demais do livro, mas convenhamos que há um punhado de resenhas que parecem mostrar cada detalhe específico só pra se mostrarem os tais, sendo que muitos desses detalhes são muito, mas muito mais potentes de serem descobertos na leitura (inclusive frases, quem está contra quem e situações específicas). O ideal é que a pessoa tenha apenas um conhecimento básico de história mundial e já parta para a leitura. Espero que curtam, embora já avise para preparar muitos lenços, por que até eu chorei… e muito. ;-)

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Megapromo de 2 anos de iCultGen – Sorteio de livros e brindes entre comentários + sorteio surpresa via twitter (Concluído)

 

Sorteio de 11 LIVROS + Livro Jedi Path + 4 PRODUTOS (Boneco, camisetas e caneca) + BRINDES (Marcadores e sacola de praia)
Além de um Sorteio surpresa!!!

Escolha quantos quiser, ou todos! Sorteio entre os comentários.
Diga o motivo pelo qual você quer o item escolhido, leia as regras, siga-as e boa sorte!
E é claro: Sabe qual é a melhor parte? Nada de preencher formulários :-D

Vamos fazer, em um post separado, uma espécie de Retrospectiva de 2 anos, em que detalharemos o começo, as primeiras resenhas, as primeiras editoras parceiras e os primeiros sites parceiros, entre outras coisas legais do blog. Além disso, também anunciaremos as novas colunas para vocês – para quem está sentindo falta de artigos, já que andamos colocando um monte mesmo de resenhas no ar – é, vai ter novidade. E o aniversário de 2 anos está atrasado porque quem tem blog deve saber que é uma tremenda correria a vida, e se quisermos nos dedicar mesmo ao blog, ele precisa ser bem cuidado e, por isso mesmo, nossos artigos e nossas resenhas demoram um pouco para ir ao ar porque as imagens são bem pesquisadas, as resenhas são elaboradíssimas, e, a quem acha que só amamos todos os livros que resenhamos, bem, vou adiantar aqui que teremos colunas falando sobre as coisas de que não gostamos e/ou com as quais tivemos realmente desgosto. Livros, filmes, séries. Mas vou parar de estragar a surpresa e falar da nossa primeira grande editora parceira.

Sorteio surpresa revelado!

Ainda dá tempo de participar desse aqui até o dia 15 de dezembro

Grupo Editorial Record

Bem no comecinho do blog, resenhávamos praticamente livros de não-ficção, vocês se lembram? E o Grupo Editorial Record, quando tínhamos um aninho de blog, acreditou na gente e foi a partir daí que começamos a resenhar livros de ficção, sempre aprimorando nossas resenhas (assumimos que algumas das antigas não são tão boas assim, mas as deixamos lá justamente para quem quiser ver nossa evolução. =P)

Os vários selos do Grupo têm livros ótimos, e já resenhamos vários deles aqui, tanto de ficção como de não ficção, claro, pois não abandonamos nossas raízes e livros de referência trazem muitas informações úteis pra gente. Então, selecionamos, junto com nossa parceira, alguns livros da Galera Record – a gente sabe o quanto o pessoal ama os livros da Galera – e da BestSeller.

Vamos lá? Veja o que separamos para vocês:

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