Coluna: Reviews de Colecionáveis: Baralho The Muppets da Copag + Sorteio

Vamos ver… por onde começo? São tantas as lembranças boas de jogar cartas ― não, nunca fui a Cassinos (rs, feliz ou infelizmente haha), mas jogava buraco, rouba monte e mais milhares de outros jogos (inclusive alguns inventados por mim e pelos meus amigos)… e aquele que parece bafo, rs, que você tem que dar um tapão na carta certa no momento certo… era um dos que eu mais amava e jogava muito na época da faculdade. Os nomes variam entre os grupos que jogam isso. :P

E sempre amei os baralhos da Copag. Não só os de plástico, os de papel também são muito resistentes (especialmente porque sou meio sem noção com a minha força, rs, e nesse do tapão, eu realmente socava a carta e- hahah) ― eu só amava mais do que os da Copag um baralho alemão lindíssimo que minha vó me deu e que foi parar no limbo do passado, então minha lembrança dele é meio mágica e posso estar exagerando ao falar da qualidade dele (do tal baralho alemão, não dos da Copag).

Não, a Copag não me pagou pra falar bem dos produtos deles. Que isso fique claro. Recebemos para review porque achamos que vocês vão amar ― e, acreditem, são bem baratos! <3

Mas quando eu cismava de comprar cartas de outras marcas, ou elas já vinham rasgadas (isso nunca aconteceu comigo com baralhos da Copag, se aconteceu com vocês, eles são de boa e vocês podem entrar em contato com eles, lógico) ou detonavam fácil demais. E eu comprava de outras marcas quando tinha alguma coisa de que eu gostava, tipo, o Baralho do Sylvester (Frajola).

Mas, para minha salvação e de todos que ainda amam jogar cartas… (e sei que são muitos… me digam, até paciência é mais legal com cartas do que no computador, né?) Bem, eu acho. Amo jogos de computador, alguns específicos, mas não abandono as “boas e velhas cartas de baralho físicas”.

Vamos falar aqui sobre algumas que eles lançaram ― sim, podemos ser felizes com baralhos de qualidade, com imagens lindas, além dos Muppets, eles têm baralhos lindíssimos de outras séries, etc., também, mas vamos com calma…

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Resenha do livro: A Maldição da Pedra – Cornelia Funke

Gosta de contos de fadas? Mas não daqueles com finais felizes… e sim dos que voltam às origens do gênero, sombrios, tétricos… se esse tipo de leitura não agrada você, bem, mesmo assim tente ler minha resenha até o fim, vai que consigo convencê-lo a dar uma chance para esse livro?

“A maldição da pedra” é um livro, no mínimo, peculiar. É estranho… fiquei buscando na minha memória para ver com o que se assemelhava o livro e me lembrei que o tom de frieza da história não é tão incomum… já li alguns livros de escritores alemães, e percebi esse tom de frieza n’alguns livros alemães. Mas, hey!, não achem que não gostei do livro. Eu gostei, mas ele tem essa estranheza que, a princípio, nos deixa um pouco distanciados dos personagens… no final, a personagem com quem mais simpatizei foi Fux, a garota-raposa.

Os capítulos curtos (cheios de ilustrações belíssimas) fazem com que a narrativa flua, e, assim, vamos virando uma página atrás da outra, para ver o que acontece em seguida… a narração em terceira pessoa, entremeada com os pensamentos dos personagens, faz com que ficamos sabendo mais ou menos como eles se sentem em toda aquela situação que é, para dizer o mínimo, bizarra.

E aí eu me lembro da resenha que a Claudia Charão fez lá no blog dela, o Concentrófoba, citando o Bizarro, do Superman. Se o mundo do outro lado do espelho realmente parece uma versão bizarra de nosso mundo, ainda me recordei do rosto do bizarro.

E as referências a contos de fadas não faltam… vamos lá?

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Resenha do livro: Atlas Esmeralda

Imaginem a existência de 3 livros, com os quais se pode recriar a história do mundo. Com os quais se pode apagar e reescrever a história da Humanidade.

O primeiro desses livros é um Atlas. O Atlas Esmeralda.

“O Atlas Esmeralda” é o primeiro livro da trilogia escrita por John Stephens, roteirista, diretor e produtor de séries de TV, que já trabalhou em The O.C., Gilmore Girls e Gossip Girl.

Antes de desistirem da resenha e do livro, aqueles que não são fãs dessas séries não precisam se preocupar. Na verdade, não notei nenhuma similaridade com alguma das três, e isso é bem interessante.

O autor conseguiu criar um universo fantástico, a princípio voltado para os leitores de até 12 anos de idade ― a categoria de livros chamada middle-grade, que inclui, entre outros, a série do Percy Jackson e os 2 primeiros livros de Harry Potter.

No entanto, apesar de o público-alvo ser mais novo, O Atlas Esmeralda tem muitos elementos que podem agradar a adultos fãs de fantasia, e por que não?

Não pude deixar de encontrar elementos também da série As Crônicas dos Kane, mas O Atlas Esmeralda, embora tenha elementos em comum com as obras citadas acima, tem suas peculiaridades, tornando-se um destaque entre os lançamentos de 2011 e, inclusive, foi colocado em diversas listas, entre elas a da Amazon (Top 10), de melhores middle-grade books de 2011.

Muita gente (inclusive eu) já está ansiando pelo livro 2 da trilogia “Os livros do princípio”… e já sabemos de antemão que cada um dos livros será voltado a um dos três irmãos.

Então, vamos ver o que tem de tão legal assim n’O Atlas Esmeralda?

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Resenha do livro: A Fera – Alex Flinn

Quando a @anadeathduarte me indicou esse livro, fiquei com um pé atrás, pensei: “deve ser um livro bobo com um romance mais bobo ainda”, mas quebrei a cara, pois a história é linda, Alex Flinn pegou uma das histórias mais lindas, A Bela e a Fera, e adaptou-a em um livro maravilhoso, repleto de descobertas pessoais, o valor da amizade e o verdadeiro sentido do amor. Outra coisa de que mais gostei foi a nota da autora que está no final do livro, na qual ela diz de onde tirou a inspiração para a história e para criar os personagens, dá dicas de outros livros sobre A Bela e a Fera… é difícil ver autores escreverem sobre isso, mais um motivo para eu ter gostado tanto dessa nota.

Quando se começa a leitura, a história lembra os filmes da Disney, em algumas partes, é claro, como por exemplo, no começo em que o protagonista, Kyle Kingsbury, está em uma sala de bate papo na internet, dá pra perceber outras personagens de outros clássicos, dentre eles, A Pequena Sereia e A Princesa e o Sapo, todos vivendo no nosso mundo, algo que achei muito interessante. É claro que em algumas partes o livro lembra muito o clássico da Disney, que por assim dizermos deu origem à história de “A Fera”.

“Eram olhos bondosos, pensei, mas será que algum olho poderia ser bondoso o bastante para perdoar minha monstruosidade?”

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Resenha do livro: Noah Foge de Casa – John Boyne

Por que indico esse livro sem pestanejar a qualquer tipo de leitor? Porque é lindo! Porque ele arranca lágrimas, e não é exatamente de tristeza, e sim de emoção! Porque ele pode ser considerado um conto de fadas contemporâneo – sim, esse sim! ― e no maior estilo Disney com um final lindo, lindo, lindo… e não vem com lições de moral, e sim uma mensagem.

E é aí que a resenha terá de ser mais sobre as impressões e sensações que esse livro causa do que sobre a história em si. Porque revelar qualquer evento em si pode estragar todo o prazer de sua leitura.

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Resenha do livro: Amores Infernais

Vários Autores: Melissa Marr ― Gabrielle Zevin ― Scott Westerfeld ― Justine Larbaiester ― Laurie Faria Stolarz

Quando vi quem eram os autores dos contos desse livro, isso já me animou bastante. Fiquei curiosa para saber se o Westerfeld se copiaria, já que ele fez um conto distópico, por exemplo.

Livros “apenas” românticos tendem a me cansar. Isso é um fato inegável. Então, ao lerem a minha resenha de um livro cujo tema principal é um romance, é legal vocês terem em mente que não é meu gênero predileto, e minhas opiniões aqui são de quem realmente se surpreendeu com a obra.

O tema romance sobrenatural tem tudo para dar certo, se os(as) escritores(as) souberem conduzir a trama. E temos, em Amores Infernais, autores(as) muito bem sucedidos em seus contos/suas noveletas. Nada é exageradamente meloso, temos pontos de vista masculinos e femininos, o que é legal, porque torna o livro uma leitura agradável tanto para homens quanto para mulheres. É legal ver o ponto de vista dos meninos, e não apenas das meninas, em relação a seus sentimentos, e em Amores Infernais temos isso também.

Foi difícil decidir de qual dos 5 contos eu mais gostei. Decidi ler esse livro em exatos cinco dias, um conto por dia, pois achei que isso aumentaria o envolvimento com cada uma das histórias – e funcionou.

Os contos são mais longos do que o “normal”, então, ao menos para mim, eles se enquadram mais na categoria de noveletas. E, ao contrário de muitos contos que terminam deixando a gente com vontade de ler mais, parecendo que a história ficou incompleta, em Amores Infernais não é assim. Percebi que as histórias foram muito bem desenvolvidas, a ponto de produzirem uma sensação de encerramento muito boa ― e, claro, seria muito legal ler mais sobre aqueles personagens, aqueles mundos, mas isso não quer dizer que os contos terminaram sem pé nem cabeça.

Depois de terminar de ler os 3 primeiros contos, já havia decidido que o livro valia a pena. Mas o último conto, da Melissa Marr, autora de “Wicked Lovely”, acabou me envolvendo ainda mais do que o que eu havia amado antes. Como pode?

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