Outro teaser da Dominação Distópica! Sorteio de 5 bottons da Editora Aleph (Concluído)

Você tem o necessário para sobreviver à Dominação Distópica?

Como dissemos nesse post aqui, somos o blog distrito 5 na Dominação Distópica. Vocês terão mais informações do plano completo, quando o primeiro post com todas as regras forem ao ar no blog Capitol.

Portanto, vamos a mais uma de nossas partes inaugurais para celebrar esse evento:

A Editora Aleph tem vários livros distópicos clássicos legais – vocês pediram, nos comentários, algo dos clássicos. Enquanto o Distrito 7 está sorteando um exemplar de Fahrenheit 451 e marcadores de Maze Runner, conseguimos um kit exclusivíssimo para vocês de 5 bottons de clássicos distópicos!

Os 5 bottons irão para um único ganhador TRIBUTO!

Vocês podem se inscrever como tributos participantes, e ainda haverá pela frente muito que vocês poderão fazer para disputar outros prêmios e que serão revelados em breve.

Já conhecem o Rafflecopter? Ele será nossa arena para as comemorações e para os jogos sorteios. Os tributos poderão descansar até os jogos propriamente ditos e começarem a aproveitar.

Vamos participar?

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Teaser da Dominação Distópica e Sorteio do DVD do filme Melancolia de Lars Von Trier, da Califórnia Filmes (Concluído)

Desde o dia 17 de janeiro a Ana Death Duarte, aqui do iCultGen teve uma grande idéia e convocou alguns blogs distritos para montar essa grande ação, ou seria uma revolução? Os centros de inteligência de cada blog distrito estão reunindo algumas informações e em breve teremos mais detalhes. Um deles será o Capitol e ele, incluindo os demais 12 blogs distritos trarão um monte de jogos sorteios para seus participantes. Você tem o necessário para sobreviver à Dominação Distópica?

Para triunfar e conseguir muitos adeptos, teremos regras bem simples e que tornarão sua participação seu alistamento bem divertida desafiador.

Seremos o blog distrito 5. E como esse distrito é o responsável por manter a energia do todo, vamos dar o início aos Jogos Vorazes Dominação Distópica.

Mais informações, apenas quando o primeiro post com todas as regras forem ao ar no blog Capitol.

Portanto, vamos à nossa parte inaugural para celebrar esse evento:

A Califórnia Filmes concedeu uma arma secreta um DVD que será o prêmio dado ao mais corajoso vencedor sortudo, um dos sobreviventes participantes dos Jogos Vorazes da Dominação Distópica.

Vocês podem se inscrever como tributos participantes, mas além dele, há muitas tarefas que vocês poderão fazer para disputar outros prêmios e que serão revelados em breve.

Já conhecem o Rafflecopter? Ele será nossa arena para as comemorações e para os jogos sorteios. Os tributos poderão descansar até os jogos propriamente ditos e começarem a aproveitar essa cortesia da Califórnia Filmes.

Vamos participar?

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Resenha do livro: Especiais – Livro 3 da Série Feios – Scott Westerfeld

Ao arrancar as pétalas, você não nota a beleza da flor. ― Rabindranath Tagore, Pássaros Perdidos

Se você não leu Feios e nem Perfeitos ainda, sugiro que não leia esta resenha até o fim. Não clique em “ler mais”, pois, a não ser nessa introdução, infelizmente, não há como não mencionar eventos dos dois primeiros livros, já que Especiais é praticamente a conclusão da trilogia.

Sim, temos um quarto livro, Extras, mas a história dele se passa no mesmo mundo de Feios, Perfeitos e Especiais, porém, são quinze anos no futuro, portanto, apesar de Tally Youngblood ser a personagem principal em Feios, Perfeitos e Especiais, ela não é a principal em Extras; então, em Especiais, podemos dizer que é a conclusão da história dela. Por assim dizer.

E dizer que essa é a última vez em que Tally será a personagem principal não é spoiler. Acho importante saber que a história dela é concluída neste volume da série.

Posso adiantar, antes da quebra do artigo, que Tally passa por transformações, o que não deixa de ir acontecendo desde o primeiro livro, mas ela não é a mocinha típica que muitos esperam em livros. Ela é uma personagem bem humana neste mundo distópico criado por Scott Westerfeld, e, por ser humana, ela comete muitos erros… o que não é um ponto ruim, pelo contrário, na verdade, é bem realista a história, mesmo com os elementos típicos de ficção científica distópica (ou até mesmo por causa disso, já que a ficção científica tende a mostrar coisas que as pessoas, de forma geral, preferem ignorar, servindo-se de futuros distópicos, por exemplo, para mostrar “defeitos” dos indivíduos e da sociedade de uma forma bem realista…) Eu ousaria dizer até que a Série Feios é ultrarrealista, por mais absurdista que ela possa parecer para muitos. No final desta resenha, colocarei alguns vídeos e algumas referências a “evoluções” na tecnologia que a maioria das pessoas não nota… e que são assustadoras. Do jeito que caminham as coisas, seres humanos “amped” {amplificados, super-humanos} deixarão de ser personagens de ficção científica, de cyberpunk, para conviverem conosco no dia a dia. Chega a ser assustador.

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E, se as descobertas em Perfeitos foram assustadoras… O caminho trilhado pelos personagens e pela sociedade deste mundo “pseudo-Perfeito” em Especiais tende a ser ainda pior. Não é uma série, como frisei já desde a primeira resenha, para quem busca romances e finais felizes. É uma série de descobertas, em que pessoas legais se dão mal por suas escolhas… e pessoas boas acabam sofrendo fins terríveis porque outros fizeram escolhas que os prejudicaram. E é um mundo em que pessoas não tão legais se dão bem… O que não é tão diferente assim de nosso próprio mundo real ― em que nem sempre, ou melhor, quase nunca, as soluções fáceis estão à mão, e menos ainda… em que “finais felizes” fazem parte do dia a dia.

Meu aviso foi dado! Só clique em “ler mais” se você já leu os dois primeiros volumes da série. (clique aqui para ler a resenha do primeiro livro ou do segundo livro). Senão, espero que esta introdução já o tenha motivado a começar a ler os livros desta saga distópica brilhantemente triste e realista de Scott Westerfeld.

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Resenha do livro: Perfeitos – Livro 2 – Série Feios – Scott Westerfeld

“Pictures of perfection make me sick and wicked. – Imagens da perfeição me deixam com nojo e me incomodam.” - Jane Austen

Acredito que eu não poderia ter escolhido uma epígrafe melhor do que esta para a minha resenha de “Perfeitos”, de Scott Westerfeld. Porque também me sinto assim.

E, dessa vez, como sei que muita gente ficou dividida entre amar/odiar/esperar mais de “Feios”, resolvi fazer uma introdução sem spoiler algum, nem do primeiro livro, para quem quiser saber se vale mesmo a pena acompanhar a série.

Eu classificaria “Perfeitos” como livro de terror. Porque o terror psicológico é, muitas vezes mais brutal do que o físico, além de deixar marcas que talvez apenas lobotomia (algo nada bom…) poderia tirar.

Sim, em “Feios” Scott apenas “arranha” o começo de uma conspiração – e isso é tudo que vou falar, não é spoiler, não reclamem, por favor. Em “Perfeitos”, o terror, como na vida real de quem descobre algum segredo que deveria ter ficado “oculto”, vem com muito mais impacto, e dá para entender muito mais coisas por trás deste Nada Admirável Mundo de Nova Perfeição.

Para saber mais sobre “Feios”, o primeiro livro da série, consulte essa resenha. Se você estava na dúvida de que a série poderia ficar pior/melhor, bem, em termos de história o avanço é incrível, mas, se analisarmos bem, parece que Scott já nos preparava para o segundo volume em “Feios”, porque o banho de água fria, bem, seria pouco para resumir o segundo volume, “Perfeitos”, que nos dá banhos de água fria, nos leva a lugares inesperados, montanhas-russas, com personagens conhecidos e novos. Eu amei, dei nota 6 de 5 para “Perfeitos”.

<<< A SEGUIR, APENAS PARA QUEM LEU “FEIOS” (Contém spoilers do primeiro livro) >>>

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Resenha do livro: Feios – Scott Westerfeld

“E se a cirurgia cosmética fosse algo tão comum que você tivesse que se submeter a ela ou acabaria se tornando um pária?” - Scott Westerfeld – em: Bogus to Bubbly: An Insider’s Guide to the World of Uglies

Começo essa resenha dizendo que demorei um pouco para ter realmente vontade de ler “Feios”, porque, embora tenha me sentido atraída pelo livro, sem nem saber o motivo, nenhuma resenha que li antes havia abordado do que realmente se tratava essa obra fantástica da ficção cientifica distópica moderna, de Scott Westerfeld. Tendo dito isso, espero convencer os leitores mais exigentes com essa minha resenha, pois “Feios” é um livro excelente, do qual mal podia me separar depois que comecei a lê-lo.

E a epígrafe a essa resenha resume apenas a casca da história, pois seu cerne é algo bem mais profundo e, como uma fruta amarga, vamos sentindo o gostinho nada bom dessa tão almejada “beleza perfeita”.

Distópico. Fascinante. Conspirações alucinantes. Um ritmo que vai sempre revelando novas verdades, por trás das mentiras aparentes.

Distopia. Utopia. Certo. Para mim, o próprio conceito de utopia já me parece distópico, mas vamos ver as diferenças e semelhanças.

Para mim, na verdade, toda utopia tende a se tornar distópica, pois a própria aplicação da utopia a leva a tal. No entanto, em teoria, a distopia representa a antítese da utopia, sendo caracterizada pelo regimes totalitários (que no caso de “Feios” é notável apenas depois da impressão inicial de utopia), assim como um controle opressivo sobre a sociedade. Se, ao começar a ler “Feios”, tem-se a impressão de que a história se passa em um futuro utópico, com o desenrolar dos fatos, o que se percebe é justamente o contrário – e “Feios” tem muito em comum com diversas ideias distópicas apresentadas em outros filmes e livros, como “Aeon Flux”, “Equilibrium” e, claro, “Admirável Mundo Novo”, em que a sociedade acaba se mostrando corruptível, as normas “criadas com o propósito de levar a um bem comum” são opressoras  e a tecnologia é usada como ferramenta de controle da sociedade desde o nascimento de cada indivíduo.

A história mostra que a maioria das pessoas costuma agir como parte de um rebanho.

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