Coluna: Eu Desisto! – Terra Nova

Eu tinha pensado em mil coisas para inaugurar essa coluna… coisas que me irritaram profundamente, que eu amava e ― infelizmente ― ficaram péssimas… porém, surpreendentemente, algo conseguiu me deixar tão 1. Entediada, 2. Irritada 3. Indignada… os adjetivos são tantos que vou usá-los no corpo do texto… quanto Terra Nova.

O episódio foi liberado em alta qualidade, gratuitamente, na iTunes Store Americana. Não tinha muitas esperanças de que a série fosse ficar boa, principalmente pelo trailer liberado, mas acabei dando uma chance, afinal até gosto de me surpreender no bom sentido, esperando que uma série seja um lixo e, ainda bem, ela é boa. Não foi o caso de Terra Nova.

Como eu sei que esse tipo de coluna gera comentários enfurecidos daqueles que amaram o que está sendo criticado, só vou dar um aviso: comentários nos ofendendo nem serão aceitos. Não estou criticando os fãs da série, e sim a série.

Dito isso, o episódio de quase uma (longa) hora e meia foi difícil de engolir, como o banner dessa coluna diz: tentamos, tentamos, mas…

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Resenha do livro: A Garota do Espelho de Prata – Laura M. Castro

“A Garota do Espelho de Prata” chamou a minha atenção, a princípio, pela capa lindíssima. Realmente amo quando um livro tem uma ilustração belíssima como essa na capa, em vez de foto, mas… e a história, vocês devem estar querendo saber, é tão boa quanto a capa?

A história é uma mescla de fantasia política, fantasia urbana, história de magia, superação pessoal, amizade, são diversos os temas presentes neste livro que, ainda assim, conta-nos uma história única. A importância da amizade, dos laços de família, além da crítica ao fanatismo ― tanto político quanto religioso ― são elementos presentes nesta obra encantadora do começo ao fim.

Para ambientar vocês no mundo alternativo de AGEP, vou usar as palavras da própria autora, que ambienta muita bem o cenário político, a distinção das meninas em uma espécie de “castas” devido a seus dons mágicos e… estou avançando rápido demais, vamos nos concentrar agora no panorama político, em que há uma ditadura, há aqueles que a apoiam, e os que lutam contra ela. Obviamente não vou revelar o andamento da revolução, da luta e seus resultados, para não revelar demais e acabar contando o final da história, mas posso dizer que o plano político não é apenas um plano de fundo, mas sim algo muito importante na história que, embora verse mais sobre as pessoas e suas superações pessoais, as evoluções sociais e políticas são pontos altos desta história.

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Entrevista: Leonard Nimoy – Star Trek (Spock) e Fringe (William Bell)

12 de outubro de 2009

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Com sua carreira consolidada principalmente em Star Trek (Jornada nas Estrelas), como o meio-vulcano “Spock”, Leonard Nimoy, voltou à ativa como Spock, já velho, no novo filme da franquia Star Trek de 2009. Agora, convidado a interpretar William Bell, o grande líder da empresa Massive Dynamic na série de TV, Fringe, que destaca-se como uma das melhores séries de 2008 e segue um tema muito singular de policial/ficção científica não visto na TV desde “X-Files”.

A escolha de Leonard Nimoy para o papel em Fringe levou um crítico a questionar se o plot de Fringe poderia ser uma homenagem ao episódio de Star Trek,  “Mirror, Mirror”, que apresentava uma realidade alternativa, um conceito de “Universo Espelho”, com uma versão má de Spock.

Vale a pena ressaltar que Nimoy nasceu justamente na cidade de Boston, Massachusetts, onde se desenrola boa parte da trama da série, e também onde fica a central da Fringe Division (Divisão Fringe). Ele concedeu esta entrevista sobre a série para Fred Topel, do site Crave Online, traduzida a seguir:

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Entrevista: Anna Torv (Olivia) de Fringe

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No dia 17 de setembro, a Fox americana estará retornando com o drama “Fringe” para uma segunda temporada eletrizante, pois continuará a explorar os fenômenos não explicados e as ocorrências aterrorizantes conectadas no mundo todo e conhecidas como “The Pattern” (“O Padrão”), em busca de uma Verdade maior e mais chocante.

A “Fringe Division” do FBI (sendo ‘Fringe’ um termo utilizado, em inglês, para a ciência que fica no limiar entre a ciência e o inexplicado foi formada quando a Agente Especial Olivia Dunham (Anna Torv) foi buscar a ajuda do “fringe scientist” Walter Bishop (John Noble) (que estava em uma instituição mental) e seu filho, Peter (Joshua Jackson), com o intuito de salvar seu parceiro e amante de uma morte traumática e indescritível. Desde então, a equipe de Fringe imagine e realiza testes com o impossível, enquanto investiga eventos inacreditáveis, crimes bizarros e casos misteriosos, envolvendo teletransporte, reanimação, mutação genética, precognição, inteligência artificial e, agora, realidades paralelas.

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