Resenha do livro: O Verão e a Cidade – Candace Bushnell

Como começar a falar de “O verão e a cidade?” “Ah, é um livro rosa só para descontrair”. Sim. E não. Sim, é um livro rosa, sim, é descontraído, mas não, não é apenas “para descontrair”.

Então nem venham com essa de “vamos ler apenas livros que mudem nossas vidas” referindo-se a livros que muita gente que conheço diz que leu e nem conseguiu chegar na metade, ou que são recomendados por professores desgostosos com a vida e o salário (não são todos, mas tem uns, viu…) que nos enfiam clássicos (especialmente os nacionais de José de Alencar) em nossas goelas, sem nada para fazer com que desçam um pouquinho melhor… Há clássicos legais, sim, como um de meus favoritos, de que falarei em breve, O Retrato de Dorian Gray, entre outros (mais para a frente falarei sobre isso na história de “O verão e a cidade” em si). Mas não empurrem suas chatices literárias pra cima dos outros ou um motivo simples: porque é chato.

Momento “preconceito literário é chato” off, foi uma experiência muito legal ler sobre uma série de TV que adoro e que já vi ser muito incompreendida… que é ofensiva às mulheres e tal. E não é bem assim. É só prestar mais atenção que as mensagens estão lá, às vezes nem tão subliminares assim… Eu notei tantas mensagens subliminares na série que, bem, vamos voltar à resenha, pois futuramente farei uma comparação aqui entre o livro e a série Sex and the City.

Então, isso aí em cima não foi enrolação, haha, é porque esse é o segundo livro da série, e eu já falei sobre o primeiro livro dessa série aqui, Os diários de Carrie e, dou uma dica… se você ficou com vontade de ler o primeiro, aconselho que já pegue o segundo também ― que bom que eu já tinha o meu aqui, porque, embora muitas coisas tenham sido resolvidas no livro 1 da série… ah, aquele cliffhanger! Ele me deixou feliz e feliz. Já explico porquê. E, se não leu o primeiro livro, sugiro que pare agora nessa introdução, porque, e é inevitável, haverá spoilers do primeiro livro.

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Coluna: 3 Livros legais que encontramos para vocês #3

Vocês se lembram da nossa coluna de indicação de 3 livros? Vamos mudá-la um pouquinho, mas elas continuarão aqui. Dessa vez incluímos notas também, mas sem as imagens, por ser uma coluna e mais “rápida” e terá ao menos uma citação e uma curiosidade no final de cada indicação.

Os 3 livros indicados nessa coluna dessa vez são da mesma editora, no caso, a Galera Record.

O primeiro tem a ver com a Dominação Distópica, o segundo, com uma série de TV (o.k., o primeiro também, hehe) e o terceiro… bem, é da Meg. Porque eu simplesmente não poderia deixar esse livro de fora.

Vamos lá?

The Walking Dead – A Ascensão do Governador

Como começar a falar sobre The Walking Dead? Bem, acho que foi no comecinho de 2010 que devorei os quatro primeiro arcos das HQs. Drama com zumbis? Fiquei meio cética a princípio, mas cedi, li os primeiro 4 arcos e… bem, como eu gostaria que fosse a Galera Record que detivesse os direitos de lançamento dos quadrinhos também, pois a HQM, além de atrasar os lançamentos, não reedita os primeiros arcos (eu tentei achar para amigos, e nem em sebo encontrei… e imagino que, se achasse, estaria com um preço altíssimo, pois está “em falta”).

Ou seja, eu li até o arco 4 dos quadrinhos, que me deu uma sensação de encerramento ali, mas não vou dizer o motivo, afinal, é spoiler, e todo mundo aqui já deve estar cansado de saber que odeio ler e contar spoilers, né? ;)

E é aí que entra The Walking Dead – A Ascensão do Governador. A história se passa durante os acontecimentos entre as primeiras edições até o quinto arco, onde é apresentado o Governador em seu máximo “potencial”, digamos assim.

Mas não se descabelem, para quem acompanha a série de TV (que já digo que é bem diferente dos quadrinhos, que são muuuuito mais impactantes, inclusive fizeram uma mudança meio moralista demais na série de TV… novamente, não posso falar, mas mencionar, eu posso ;p), esse livro também é indicado.

Na verdade, ele é indicado para pessoas com estômago muito forte, pois ele tem, além de zumbis, mortes, estupro… Temos os tipos clássicos: o religioso, o guerreiro, o indefeso, aqueles que têm, mesmo que a princípio, dificuldades de matar… e muito mais coisas feias que os seres que se dizem humanos fazem em situações críticas. Há algumas belas, como a que citarei abaixo.

Uma coisa que curti muito foi isso: por ficar constantemente para trás na hora das brigas com os zumbis, um dos personagens acaba tendo de cuidar da sobrinha, e criam o código “longe”, a palavra que indica à menina quando deve fechar os olhos e tapar os ouvidos, evitando assim ter que ver e ouvir as carnificinas. Isso acaba por fazer uma referência de um arco da história dos quadrinhos lá pela edição 10. Esse tipo de cena revela o lado que puxa para o Drama e que é uma das características mais marcantes dos quadrinhos da franquia, assim como o contraste com a maldade humana revestida em pele de cordeiro. Infelizmente não podemos entrar em mais detalhes, para não estragar totalmente a história para vocês.

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Teaser final da Dominação Distópica e sorteio de itens recolhidos pelo pessoal da Fumaça (do Universo de Feios, de Scott Westerfeld)

Você tem o necessário para sobreviver à Dominação Distópica?

Como dissemos nesse post aqui, somos o blog Distrito 5 na Dominação Distópica.Vocês terão mais informações do plano completo, quando o primeiro post com todas as regras forem ao ar no blog Capitol.

Portanto, vamos a mais uma de nossas partes inaugurais para celebrar esse evento:

Não é só em Panem que as coisas estão feias. Lá na Nova Perfeição, o pessoal da Fumaça vive sendo perseguido pelas Circunstâncias Especiais (é impressão minha ou eles são meio que nem o nosso “querido”, Capitol?

Pois bem, eles pegaram suas pranchas, resgataram e nos trouxeram o que restou do passado deles. Acho que caíram algumas coisas no caminho, mas, pelo que contei, eu, Ana Catnip, temos: 200 marcadores de livros! Serão sorteados 4 kits para 4 sortudos rebeldes… 5 kits com brindes de um livro que saiu sobre o Paul McCartney (para quem vive em alguma dessas distopias e ainda não sabe, ele primeiro ficou famoso com uma banda chamada Beatles, risos. Achamos um arquivo secreto sobre ele aqui… achou pouco? Eles conseguiram resgatar também 10 folhetos de amostras de livros (sim, em papel!!!!! que raro, não?) e um catálogo de uma editora que, curiosamente, lançava, antes das distopias dominarem o mundo, livros distópicos – a Aleph! E uma coisa fofa: uma lanterninha de leitura para vocês lerem escondidos essas coisas e não serem pegos pelas Circunstâncias Especiais e um bloquinho do livro Cidade de Vidro para anotar suas idéias revolucionárias!

Vocês podem se inscrever como tributos participantes, mas além disso, haverá muitas tarefas que vocês poderão fazer para disputar outros prêmios e que serão revelados em breve.

Já conhecem o Rafflecopter? Ele será nossa arena para as comemorações e para os jogos sorteios. Os tributos poderão descansar até os jogos propriamente ditos e começarem a aproveitar.

Vamos participar? (vejam mais detalhes e fotos dos itens que serão sorteados):

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Coluna: Adaptações #2 – The Secret Circle (Círculo Secreto)

A gente tinha anunciado essa coluna nova no ano passado e a primeira  saiu mesclada com a Review do filme As Aventuras de Tintim – O Segredo do Licorne. Dessa vez vamos fazer uma comparação do livro Círculo Secreto, cuja trilogia deu origem à série da CW, The Secret Circle (sobre a qual já falamos um pouco aqui), portanto, se você não vê a série de TV, vai encontrar alguns spoilers aqui, já que o propósito dessa coluna é o de comparação, não é uma resenha, e sim uma análise.

Vou tentar manter os spoilers limitados ao mínimo, mas o aviso foi dado. Eu vi que muita gente não quis ler o livro justamente por ter medo de ele “conter spoilers da série”. É engraçado pensar assim, especialmente porque o livro foi escrito em 1994… e a série é de 2011 hehe. Mas eu acabei lendo o primeiro livro e metade do segundo (é, na edição americana tie-in, que acabei ganhando, vem o primeiro livro e metade do segundo, vai entender…), e posso garantir a vocês que é bem diferente. E num bom sentido. O Alonso está lendo a versão em português e teremos uma resenha aqui em breve.

Se vale a pena ler o livro? Bem, eu aprovei. Sério, adorei tanto o livro que não sei ainda se gosto mais dele ou da série de TV… e, para não ter que decidir, eu sempre me lembro que um é bem diferente do outro, que a série de TV é boa, o livro é ótimo e, bem… continuem a ler para saber das semelhanças e diferenças e decidirem por vocês mesmos se vão ler os livros e ver a série ou não.

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Megapromo de Fim de Ano 2011: Kits de livros, quadrinhos, action figure, brindes, etc. até dia 23 de janeiro de 2012

As renas estão todas bêbadas com eggnog… então seremos nós que ajudaremos a entregar os presentes! :-P

Nesse fim de ano, depois do nosso aniversário de 2 anos de blog, passamos de 400 mil visitas. Ganhamos uma hospedagem nova, novas parcerias, novos leitores e muitos amigos, claro. Ficamos bem contentes com a participação de todos, com o entusiasmo e tentamos sempre retribuir da maneira que podemos. Voltamos com uma megapromo, tão grande quanto a anterior. Ainda vamos ter uma montanha de resenhas e, é claro, mais uma promo inteirinha de brindes, marcadores e bottons por volta da virada do ano.

Cada 1 terá uma chance para ganhar cada item escolhido. Os participantes poderão escolher quantos itens quiserem da lista (ou todos, claro) e dizer o motivo porque desejam o item (pode ser breve, mas não muito). Só que, dessa vez, vamos facilitar as regras e acrescentamos uma coisa bem interessante:

Se você escolher mais de 10 itens da lista, terá 3 chances extras para concorrer a um item específico da lista que você mais deseja ganhar!

Aos “promonautas/caça-promoções”, esqueçam, caso seja descoberto que o perfil do ganhador do item seja exclusivamente (ou quase) voltado para promos, ele será desclassificado. Ou seja: mais chances para nossos seguidores que não fazem de promoções uma profissão. Boa sorte, pessoal :-D

Segue a pequena lista de coisas lindas que separamos pra vocês:

  • 1 Action figure da DC – Canário Negro
  • 1 Kit com um livro Morto até o Anoitecer e o chaveiro do livro Filha da Tempestade
  • 1 Capa protetora impermeável para proteger seus livros + 1 bloquinho
  • 2 Marcadores de livro de imã – Darth Vader e outro de Gato fofo
  • 1 Graphic novel do Mestre/Deus Neil Gaiman
  • 2 Graphic novels Guerra 1939-1945
  • 2 HQs de Calvin e Haroldo
  • 2 colares com pingentes de acrílico da casa Stark, de Guerra dos Tronos.
  • E, é claro os livros. Separamos 19 livros pra vocês!

Vamos lá? Não se preocupem que lá embaixo no post terá uma lista para vocês copiarem e colarem os itens nos comentários. Podem ler tranquilamente e selecionar depois os que mais curtirem.

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Resenha do livro: O Pequeno Irmão – Cory Doctorow

Bem, para falar d’O Pequeno Irmão, preciso falar primeiro do Grande Irmão. O clássico “1984″, escrito por George Orwell (veja a resenha que fizemos aqui), lida com uma realidade distópica cuja principal característica é o controle absoluto sobre o ser humano.

No livro “1984″, o Partido, que controlava o povo, era comandado por uma figura política chamada de Grande Irmão. Imagine o arquétipo da proteção do indefeso (o povo), usando o conhecido lema dos escoteiros, em que o “maior” protege o “menor”. O Grande Irmão, protege o povo de sua “ingenuidade”, digamos assim.

O título do livro de Cory Doctorow, “O Pequeno Irmão”, homenageia o clássico. O interessante é que as similaridades com “1984″ não são tantas. A escrita é mais despojada, mas cheia de detalhes bem emocionantes. Em “O Pequeno Irmão”, a influência governamental ocorre de uma forma mais sutil, na influência da educação, na tentativa de domar a sociedade e de espioná-la e, embora as cenas de tortura desse livro também tenham arrancado lágrimas de mim, este livro não tem o tom de desesperança que marca a leitura de “1984″.

A história, embora se passe em um futuro bem próximo, não é um distópica, é meio um “e se…?”, uma história de realidade alternativa, e pode ser lida sim antes do clássico. O.k., mas se não é como o clássico… “o que pode me fazer ler esse livro?”, você pode estar se perguntando… Continue a ler para saber mais.

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Resenha do livro: Cowboys & Aliens

O nome do livro pode parecer um tanto quanto estranho à primeira vista, mas a história é surpreendente, assim como as personagens, e o motivo que levaram os Aliens a vir exatamente nessa época.

Como vocês devem saber (ou não), o livro veio depois do filme, que por sua vez veio depois da Graphic Novel (veja a resenha dela aqui). Esse livro foi escrito meio que para consertar os furos do enredo do filme; uma coisa posso dizer, a autora Joan D. Vinge fez bem mais que isso, ela deu personalidades aos personagens, no livro podemos conhecê-los melhor, algo que não acontece, infelizmente, no filme. A propósito, a escolha dos atores também não me agradou e no livro eles são diferentes. Outra coisa que me deixou bem triste é o final do filme. O final do filme e do livro podem até ser parecidos, mas tem uma cena bem no finalzinho que deixou o livro de Joan D. Vinge simplesmente lindo.

Ou seja, mesmo que você não tenha gostado do filme, tente ler essa resenha até o fim, pois quem sabe não consigo convencer você a dar uma chance para esse livro lindo.

Continuando, o livro tem personagens incríveis, cada um com um objetivo pessoal, a trama vai se conectando a cada virada de página. Surpreendi-me muito com esse livro, que já entrou para a minha lista de melhores livros que já li.

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Resenha do livro: A Fera – Alex Flinn

Quando a @anadeathduarte me indicou esse livro, fiquei com um pé atrás, pensei: “deve ser um livro bobo com um romance mais bobo ainda”, mas quebrei a cara, pois a história é linda, Alex Flinn pegou uma das histórias mais lindas, A Bela e a Fera, e adaptou-a em um livro maravilhoso, repleto de descobertas pessoais, o valor da amizade e o verdadeiro sentido do amor. Outra coisa de que mais gostei foi a nota da autora que está no final do livro, na qual ela diz de onde tirou a inspiração para a história e para criar os personagens, dá dicas de outros livros sobre A Bela e a Fera… é difícil ver autores escreverem sobre isso, mais um motivo para eu ter gostado tanto dessa nota.

Quando se começa a leitura, a história lembra os filmes da Disney, em algumas partes, é claro, como por exemplo, no começo em que o protagonista, Kyle Kingsbury, está em uma sala de bate papo na internet, dá pra perceber outras personagens de outros clássicos, dentre eles, A Pequena Sereia e A Princesa e o Sapo, todos vivendo no nosso mundo, algo que achei muito interessante. É claro que em algumas partes o livro lembra muito o clássico da Disney, que por assim dizermos deu origem à história de “A Fera”.

“Eram olhos bondosos, pensei, mas será que algum olho poderia ser bondoso o bastante para perdoar minha monstruosidade?”

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Resenha do livro: A Mecânica do Coração

Este é um daqueles livros belíssimos, curtos, poéticos, com uma beleza estranha, peculiar… que conseguimos ler, geralmente, em poucas horas.

Assim que a Galera Record divulgou a capa e o primeiro capítulo desse livro, eu fiquei encantada. A ilustração da capa é belíssima, a contracapa também é bem bonita e a história é encantadora. Embora muita gente tenha identificado elementos burtonescos na história, não tive dificuldades de entender o que atraiu Luc Besson (de O Profissional, Imensidão Azul, Joana D’Arc e, claro, O quinto elemento) para fazer um filme sobre esse livro.

Ao ler a história, fiquei ainda mais feliz ao saber que será uma animação, pois confesso que talvez ficasse meio estranho com pessoas, heheh Mas por quê? Bem, vejamos. No dia mais frio do mundo, um bebezinho tem seu coração congelado e sua parteira coloca nele um relógio cuco (em inglês, o título ficou The Boy with the Coockoo-Heart e o título brasileiro é a tradução literal do original, La mécanique du coeur xD) em seu coração, meio que para fazer com que ele funcione.

“Tento olhar nos seus olhos, mas sua inacreditável boca sequestrou os meus. Eu não julgava possível passar tanto tempo admirando uma boca.”

E, a partir daí, com uma linguagem poética, somos levados à intensa aventura amorosa de Jack. Mas, antes de detalhar um pouco mais a história e fazer a ambientação e apresentar os motivos pelos quais adorei e recomendo esse livro, vai aqui um aviso aos leitores: é uma história de fantasia steampunk, bela e poética, mas adulta. Sim, adulta, e tenho que avisar isso logo de cara, ainda mais que os personagens têm por volta de 15 anos e muitos podem considerar isso um escândalo ― mas não se esqueçam de que antigamente as pessoas se casavam muito cedo, e geralmente já tinham até filhos com essa idade. Não é o caso de nossos personagens. Que não são casados. E não têm filhos. Mas não sejam puritanos, certo? ^^

Talvez por estar acostumada com a cultura francesa, seja por meio de livros, filmes, e até mesmo por ter estudado francês por um bom tempo ― e, por tabela, a cultura deles ―, não estranhei a forma como o autor lida com sexo nesse livro. Que, acima de tudo, é apresentado de forma bela, poética, metafórica, encantadora, sublime!

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Resenha do livro: Garota dos Sonhos

Se eu gostei de “Garota dos Sonhos”? Sim, tanto que fiquei bem ansiosa para ler “Dream Life”, o segundo livro da série… mas vou me controlar e não comprar o importado porque a edição que a Galera Record fez com “Garota dos Sonhos” ficou simplesmente magnífica!

Além de a arte da capa ser linda, o livro brilha no escuro, como vocês mesmos podem ver nas fotos abaixo {incluindo a lombada!} Se o livro só fosse bonito, eu já ficaria com vontade de tê-lo para embelezar a estante, rs, mas, além de ser bonito, a história é muito legal.

Embora talvez vocês pensem: “ah, mas o público-alvo não são garotas de 15 anos, especialmente porque lidam com problemas típicos da idade, como mudança de escola, dificuldades de adequação, novas amizades, aquelas garotas insuportáveis do colégio que cismam de encher a paciência de todo mundo… este livro é excelente para aqueles momentos em que já estamos um pouco cansados de ler livros densos… tristes… é uma ótima opção também para acabar com a embolia literária… então?

Detalhe da capa e da lombada que brilham no escuro :-)

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Megapromo de 2 anos de iCultGen – Sorteio de livros e brindes entre comentários + sorteio surpresa via twitter (Concluído)

 

Sorteio de 11 LIVROS + Livro Jedi Path + 4 PRODUTOS (Boneco, camisetas e caneca) + BRINDES (Marcadores e sacola de praia)
Além de um Sorteio surpresa!!!

Escolha quantos quiser, ou todos! Sorteio entre os comentários.
Diga o motivo pelo qual você quer o item escolhido, leia as regras, siga-as e boa sorte!
E é claro: Sabe qual é a melhor parte? Nada de preencher formulários :-D

Vamos fazer, em um post separado, uma espécie de Retrospectiva de 2 anos, em que detalharemos o começo, as primeiras resenhas, as primeiras editoras parceiras e os primeiros sites parceiros, entre outras coisas legais do blog. Além disso, também anunciaremos as novas colunas para vocês – para quem está sentindo falta de artigos, já que andamos colocando um monte mesmo de resenhas no ar – é, vai ter novidade. E o aniversário de 2 anos está atrasado porque quem tem blog deve saber que é uma tremenda correria a vida, e se quisermos nos dedicar mesmo ao blog, ele precisa ser bem cuidado e, por isso mesmo, nossos artigos e nossas resenhas demoram um pouco para ir ao ar porque as imagens são bem pesquisadas, as resenhas são elaboradíssimas, e, a quem acha que só amamos todos os livros que resenhamos, bem, vou adiantar aqui que teremos colunas falando sobre as coisas de que não gostamos e/ou com as quais tivemos realmente desgosto. Livros, filmes, séries. Mas vou parar de estragar a surpresa e falar da nossa primeira grande editora parceira.

Sorteio surpresa revelado!

Ainda dá tempo de participar desse aqui até o dia 15 de dezembro

Grupo Editorial Record

Bem no comecinho do blog, resenhávamos praticamente livros de não-ficção, vocês se lembram? E o Grupo Editorial Record, quando tínhamos um aninho de blog, acreditou na gente e foi a partir daí que começamos a resenhar livros de ficção, sempre aprimorando nossas resenhas (assumimos que algumas das antigas não são tão boas assim, mas as deixamos lá justamente para quem quiser ver nossa evolução. =P)

Os vários selos do Grupo têm livros ótimos, e já resenhamos vários deles aqui, tanto de ficção como de não ficção, claro, pois não abandonamos nossas raízes e livros de referência trazem muitas informações úteis pra gente. Então, selecionamos, junto com nossa parceira, alguns livros da Galera Record – a gente sabe o quanto o pessoal ama os livros da Galera – e da BestSeller.

Vamos lá? Veja o que separamos para vocês:

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Resenha do livro: Insaciável – Meg Cabot

Logo que a Galera Record lançou “Insaciável”, confesso que fiquei, ao mesmo tempo atraída pela idéia do livro, mas com um pouco de pé atrás. Acalmem-se! Sim, estou fazendo essa resenha para recomendar a leitura do livro, mas antes vou comentar sobre detalhes que podem atrair alguns leitores e afastar outros.

Em primeiro lugar, existem meio que duas vertentes de público bem distintas em relação à Meg Cabot ― os que adoram (e, sem preconceitos, mas convenhamos que é verdade, composto em sua grande maioria de mulheres) ― e os que torcem o nariz à mera menção do nome da autora.

Pois bem… quando li o primeiro capítulo disponibilizado pela Galera, achei interessante a premissa de Meena ser uma humana que conseguia ver quando as pessoas iam morrer. E todas as considerações que Meg faz sobre isso são bem autênticas; eu mesma já vi amigos sofrerem, como se fossem alienígenas, por isso de saberem que algo vai acontecer e a pessoa avisada fica horrorizada, em vez de ficar grata pelo aviso, mas… estou me adiantando.

Antes de falar sobre os motivos pelos quais acabei adorando ler “Insaciável”, vou comentar ainda sobre o que pode atrair/afastar os leitores do livro.

Em primeiro lugar, o título, rs. Já vi alguns comentários na Internet dizendo que o título nos remete a lembranças de livros e filmes pornôs. Haha E a Galera caprichou tanto na capa, hehe, que o próprio livro é tão gostoso ao toque que chega a parecer um objeto de desejo sexual, rs. Sim, a capa é emborrachada, então a sensação que a gente tem ao ficar “alisando” o livro é de que estamos passando a mão por uma superfície aveludada e… O.k., o livro tem uma capa bonita e “gostosa”, um título chamativo… mas, e a história?

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