
Em primeiro lugar, devo dizer que a capa desse livro é ma-ra-vi-lho-sa! A ilustração é linda, e, como vocês poderão ver nas fotos abaixo, a parte interna da capa dele também é roxa (além de o título, Um trabalho sujo, ser em relevo e com verniz). E como se não bastasse essa coisa linda toda… a capa tem textura, bem similar à de Insaciável.
E, como eu sempre me pergunto, quando vejo um livro com uma capa linda demais: será que o livro é bom?
Esse livro não é bom, a história dele é excelente, isso sim! A criatividade do autor, mesclada com uma boa dose de humor negro, em um clima de mitopunk (vide a resenha de Deuses Americanos, do Neil Gaiman, sobre mitopunk), deixou a obra algo simplesmente peculiar, interessante, engraçado em alguns pontos, e dramático em outros.
A mitologia criada/adaptada pelo autor é muito interessante ― temos os “coletores de almas”, tipo os Reapers, ceifadores, como naquela série Dead Like Me (alguém se lembra dela?) Mas as coisas não param por aí. Desde cães infernais, referências ao Livro tibetano dos mortos, deuses da Morte que se esgueiram pela cidade… muita coisa legal em uma mescla de mitopunk com dramas pessoais e muitas situações engraçadíssimas – para quem curte humor negro, lógico ^^
Quer saber mais detalhes sobre a trama e o que achei das situações do livro, do enredo, enfim, de tudo de modo geral? É só continuar a ler a resenha =]

É bem provável que não só eu como vocês também, leitores, tenhamos lido tantos livros YA sobrenaturais… que precisamos de algum “quê” a mais para adquirir uma obra nova do gênero, não?
Pois bem, começarei essa resenha dizendo que, muito ao contrário de Crepúsculo, nossa heroína em “Minha alma para levar” não é submissa, não depende dos homens para fazer alguma coisa (embora ela seja esperta e saiba muito bem usar a ajudinha deles quando necessário hehe), aliás, ela não é chorona, reclamona… e a Kaylee não é ― pasmem! ― nem um pouco chata! Além disso, a visão de Rachel Vincent não e machista, o clima sexy entre Kaylee e Nash (que eu já falei pra Ziih que é um mocinho tão legal quanto vários da Meg Cabot ou mais ainda…) é encantador… e, embora esse livro lide com morte, posso afirmar que ele é relativamente bem feliz!
Clique
Ghostgirl é um livro encantador. Pensei muito antes de começar a fazer essa resenha, pois não gostaria que meus elogios soassem forçados. Então, “encantador” é um adjetivo que resume bem essa história goticamente fofa ― ou fofamente gótica!
Vários Autores: Melissa Marr ― Gabrielle Zevin ― Scott Westerfeld ― Justine Larbaiester ― Laurie Faria Stolarz
Essa é a minha segunda resenha de alguma obra do Neil Gaiman, depois do 

Ankh, conhecida também como cruz ansata, era na escrita hieroglífica egípcia o símbolo da vida. Conhecido também como símbolo da vida eterna. Os egípcios a usavam para indicar a vida após a morte.
