PC e Kristin Cast continuam sua ótima história no segundo livro da série House of Night.
Para Zoey, sua avó ainda continua sendo seu recanto seguro, aquela pessoa com quem sempre pode contar, mesmo em meio às diversas complicações que se desdobram em “Traída”:
“Eu sorri entre lágrimas, adorando ouvir o som familiar da palavra “filha” em Cherokee – que para mim representava segurança, amor e aceitação incondicional. Coisas que eu não sentira em minha casa nos últimos três anos; coisas que, antes de vir para a Morada da Noite, só encontrava na fazenda de minha avó.” {Zoey}
A espiral representa o caminho da Deusa. E Zoey deverá atravessar uma espécie de inferno pessoal neste segundo volume da saga, o que vai desde a descoberta de algo sobre Aphrodite que pode mudar a maneira como as duas se relacionam, até a traição do título – que obviamente não vou contar qual é, para não estragar nenhuma surpresa dessa história.
Logo no início, vemos a discussão do padrastotário de Zoey com Neferet, dando ênfase novamente na hipocrisia com que o Povo de Fé vive.
Seu modo de vida é leviano e errado {diz John, o padrasto de Zoey, a Neferet.}
Isso de acordo com um homem que admite adorar um Deus que vilifica o prazer, relega as mulheres ao papel de meras serviçais e procriadoras, apesar de elas serem a espinha dorsal de sua igreja, e que busca controlar seus fiéis através de culpa e medo {resposta bem verdadeira de Neferet}

