Resenha do livro: O Guia Oficial de House

“House não é simplesmente mais uma série sobre medicina. Ao explorar as situações extremadas dos pacientes que espelham os sentimentos dos próprios personagens, o programa vai fundo nas questões emocionais. O sarcasmo de House funciona como revelador de uma suposta essência humana, em que mentira, vício, ganância e egoísmo conflitam com valores morais e éticos.”

Com uma introdução escrita pelo próprio Hugh Laurie {House}, que pode ser lida aqui, “O Guia Oficial de House” é um livro que pode ser definido como uma nova temporada da série, só que com páginas e mais páginas recheadas de “extras”. Sim, a sensação, ao ler este livro, é a de estar lendo os extras que costumam vir nos DVDs/blu rays. Porém, a quantidade de informações é tão grande que o livro vai muito além dos extras contidos em uma única temporada e se expande, não apenas a curiosidades sobre bastidores, roteiro, e outros elementos relacionados à série House, como a informações mais gerais, relacionadas ao funcionamento de uma série de TV ― o que pode agradar a fãs não apenas de House, como fãs de informações sobre como funcionam as coisas no cinema e na TV, já que o livro vai além das curiosidades sobre a série em si, para nos revelar aspectos interessantíssimos de uma superprodução da TV americana.

Um momento para um aviso aqui: Este Guia tece comentários sobre eventos que ocorreram em diversos episódios da serie, desde o piloto até o último episódio da sexta temporada, portanto, a leitura é recomendada a quem viu a série pelo menos até o último episódio da sexta temporada, ou vai acabar se deparando com spoilers ― o que, convenhamos, não é nada agradável.

House é viciado em Vicodin e os fãs são viciados em House.

Dito isso, este livro nos leva a um passeio não só pelos bastidores da série, como também a conhecermos diversos elementos que a compõem, e são tantas as curiosidades de que tomamos conhecimento no livro que tive de selecioná-las com muito cuidado e, claro que, nesta resenha, vou me limitar a citar um ponto interessante ou outro, porque senão seria outra forma de spoiler, contar a vocês tudo que a gente descobre de interessante sobre a série neste livro, já que as descobertas são tantas que a leitura do livro é agradável e intensa.

Bem, você foi avisado. Se já viu até a 6a temporada de House, siga em frente e clique abaixo para continuar lendo esta resenha. E para os fãs doentes de House e de séries de TV e de “fofocas” e curiosidades não só da série como sobre os atores que atuam nela, prossigam com a leitura da resenha.

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Perguntas Frequentes sobre Star Trek (Jornada nas Estrelas)

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Quem foi o criador do mundo de Star Trek e quantas séries, quantos filmes, livros e histórias em quadrinhos compõem a franquia?

Criado  por  Gene Roddenberry,  o futuro fictício de Jornada nas Estrelas engloba seis séries para TV, onze filmes para o cinema e centenas de livros – romances (embora as histórias escritas para livros  não  sejam consideradas  parte “oficial” da franquia), além de histórias em quadrinhos, desenho animado, enciclopédias, dicionários, “manuais técnicos” e mesmo textos científicos e filosóficos -, dúzias de jogos para computador e consoles e um parque temático em Las Vegas.

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Evil Sheldon, Bad Leonard – Universos paralelos em The Big Bang Theory

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Constam spoilers de Star Trek 2009 e do episódio 4 da segunda temporada da série clássica Star Trek (Jornada nas Estrelas)

Para quem ainda está se perguntando como os amigos de Sheldon, que o toleram, com ele convivem e estão acostumados com suas manias desde, pelo menos 2004, como mencionado no episódio 5 da terceira temporada, conseguiram ser tão malvados ao forjar o sucesso da pesquisa que o levaria a ganhar um Nobel, deve-se levar em consideração algo de que os fãs mais atentos de Star Trek (especificamente TOS, ou A Série Clássica: Jornada nas Estrelas) devem se lembrar, mas talvez não tenham feito a relação: O “Evil” Spock. Continue reading

Entrevista: Leonard Nimoy – Star Trek (Spock) e Fringe (William Bell)

12 de outubro de 2009

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Com sua carreira consolidada principalmente em Star Trek (Jornada nas Estrelas), como o meio-vulcano “Spock”, Leonard Nimoy, voltou à ativa como Spock, já velho, no novo filme da franquia Star Trek de 2009. Agora, convidado a interpretar William Bell, o grande líder da empresa Massive Dynamic na série de TV, Fringe, que destaca-se como uma das melhores séries de 2008 e segue um tema muito singular de policial/ficção científica não visto na TV desde “X-Files”.

A escolha de Leonard Nimoy para o papel em Fringe levou um crítico a questionar se o plot de Fringe poderia ser uma homenagem ao episódio de Star Trek,  “Mirror, Mirror”, que apresentava uma realidade alternativa, um conceito de “Universo Espelho”, com uma versão má de Spock.

Vale a pena ressaltar que Nimoy nasceu justamente na cidade de Boston, Massachusetts, onde se desenrola boa parte da trama da série, e também onde fica a central da Fringe Division (Divisão Fringe). Ele concedeu esta entrevista sobre a série para Fred Topel, do site Crave Online, traduzida a seguir:

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Review: Jornada nas Estrelas – O Filme (Remasterizado) e Star Trek 2009

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Versões remasterizadas tanto dos 6 filmes originais (vendidos separadamente ou em um box repleto de extras mais uma camiseta exclusiva), como da série clássica de Star Trek estão sendo vendidas após o reboot/revival feito por J. J. Abrams. Apesar de este Star Trek 2009 estar excelente, tanto para os fãs das antigas quanto para a mais nova geração, aqueles que sentirem saudades ou fãs novos curiosos em saber como era na época em que Leonard Nimoy era o único Spock e resolverem comprar a edição remasterizada ficarão bem felizes com a compra.

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