
Parece fácil, mas não é, classificar distopias, especialmente seus subgêneros. A distopia off-world, a princípio, abrange distopias que se passam no espaço, mas podem também cobrir as que envolvem Terra e espaço.
Nessas histórias, a exploração do universo feita pelos Humanos não se tornou a aventura feliz que todo mundo esperava (a chamada utopia).
Colonização de outros planetas é sinônimo de alta industrialização e guerras interestelares, sejam entre a Terra e os outros planetas, e/ou civilizações distantes entre si, o que também pode (e geralmente leva a assassinatos em massa e é “desumano” (isso sempre me faz lembrar do Spock, meio-humano, meio-vulcano, dessa “mania” nossa de chamar tudo que é “belo” em termos de comportamento de “humano”…) e, para quem viu “O Quinto Elemento”, não quero e não vou contar spoilers aqui, mas haverá de se lembrar de uma coisa bem feia dos humanos… e não só isso. O comportamento humano é feio, muito feio, e não só na ficção. Mas voltemos à ficção.

Lembrei-me do projeto Genesis apresentado no filme A Ira de Khan da franquia Star Trek.
Geralmente esses assassinatos em massa, muitas vezes, massacres de civilizações inteiras, ocorrem com armas altamente mecanizadas. As distopias off-world têm um pouco (para não dizer muito) de relação direta, sendo primas, podemos dizer assim, das distopias cyberpunk, ou pelo menos tendem a “pegar emprestado” algumas de suas características. Mas também podem tomar emprestado características de outros subgêneros, como das distopias-crime, por exemplo, sendo um subgênero bem heterogêneo, mas não somos acadêmicos aqui. Aqui, vamos nos ater, até mesmo por ser este um artigo de apresentação, introdutório, aos pontos básicos.
Vamos lá?



Ainda dá tempo de participar 







# Ainda no episódio “The Grasshopper Experiment” (8º da primeira temporada), depois que a Penny transforma a Virgin Cuba Libre de Sheldon em uma Slutty Cuba Libre (um trocadilho em inglês com uma virgem versus uma “safadinha”), ele começa a cantar e tocar no piano da Cheesecake Factory a música “To Life” do musical, adaptado para filme: “Fiddler On The Roof” (aliás, seja devido à experiência em teatro, aulas de canto ou talento natural, palmas para Jim Parsons nesta cena, mais uma vez!)
Tratada muitas vezes como uma religião por seus fãs, a série Star Wars tem em Star Wars e a Filosofia um estudo profundo, sob a óptica de diversos estudiosos, no contexto filosófico, em textos escritos por Jason T. Eberl e Kevin S. Decker que analisam a conduta, os objetivos, as questões sociais e políticas, entre outros, com base nas idéias de Platão, Aristóteles, Heidegger, Hengel e Clifford.