
MEU BRAÇO ESQUERDO VAI BEM. OBRIGADA POR PERGUNTAREM.
Sim, é assim que começo a resenha do guia de The Big Bang Theory. Vocês se lembram de algo semelhante na série? Bom, em certo episódio, a moto cai em cima da perna do Leonard e ninguém pergunta pra ele como vai a perna dele. No meu caso, eu só fiquei com o braço latejando de tanto digitar, afinal, eu trabalho 24/7 na frente do computador e uso a internet full-time e o frio miserento de Sampa não ajuda, mas enfim, sem drama, meu braço esquerdo está bem, obrigada, e a comédia é o foco aqui.
Eu usei uma frase adaptada da série. Uma paráfrase. Assim como também fui remetida à série quando falei que com a dor meu cérebro ficava embotado e eu até tinha confundido Nero com César, quando falei, “deve estar doendo assim porque eu sou a reencarnação de César”. Aí o Alonso olhou pra mim com aquela cara de ponto de interrogação e, novamente eu me lembrei de que o Sheldon fez algo semelhante e foi corrigido também, quando ele não se lembrava o nome do “inimigo” do Mozart. E, claro, em condições normais, rs, eu sei que Nero (supostamente, ninguém tem provas, rs) foi quem pôs fogo em Roma e não César.

E o que tudo isso tem a ver com o livro e a série? Tudo! Afinal, nerd mesmo não é aquele que decora uma cartilha de como “tem que agir” e do que “tem que gostar”, e sim o que, naturalmente, acaba incorporando coisas de suas obras prediletas em sua realidade, adaptando-as, mesmo quando até parecem ridículas, mas ficam engraçadas no contexto, como tentar amenizar o fato de que seu braço enfaixado dói, usando uma máscara do Iron Man e fazendo exercícios com os dedos para evitar a LER achando que está testando a nova armadura, a Mark VIII, do Tony Stark.

Incorporar elementos nerds ao dia-a-dia trouxe sucesso à série, e tirar um pouco disso apagou um pouco seu encanto, voltando em alguns episódios depois, na quinta temporada, mas cujo auge foi mesmo na primeira, na segunda e em alguns episódios da terceira … mas eu partilho da idéia de que você pode gostar de partes de uma série, saga, jogos, etc., Falarei mais disso depois.

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No momento, nessa intro, só mais uma coisa curiosa: brincar de achar referências é bem divertido, e Big Bang Theory estimula isso! Tipo, é que nem se lembrar do chapéu, o Fedora, associar que ele é uma distro do Linux, que veio 10 anos depois, feito com base no Red Hat Linux 9 (cujo logo contém um Fedora) e que o Linus do Peanuts é o “crânio” da turma, e esse é o nome do inventor do Linux, e lembrar que o Magneto usa um Fedora em XMFC e ele também é um andróide em Prometheus e… enfim, é divertido. Se você não acha nada disso divertido, talvez nem a série e nem o livro sejam para você. Voltando à minha piada, a César o que é de César.




























































